Sexta-feira, Agosto 25, 2006

Até dia 18 de Setembro

Pode haver tempestade, pode rebentar 1 bomba ou várias debaixo da minha secretária, podem adoecer todos os cães e gatos do município e arredores...

... never mind

Até dia 18 de Setembro estou nas Termas de Samouco Sur Mer, Resort & SPA.

Com intervalo dia 5 às 21.00 H para cantar a plenos pulmões

"I know someday you'll have a beautiful life

I know you'll be a star

In somebody else's sky

But why, why, why

Can´t it be

Why can´t it be in mine"

Não fosse o vício e nem vinha espreitar o blog...

Quinta-feira, Agosto 24, 2006

I know someday you'll have a beautiful life

Pearl Jam - Black



Dia 5 estou lá

Quarta-feira, Agosto 23, 2006

Mark Greene


Chorar pela morte de uma personagem de ficção é perda de tempo.
Mesmo que essa personagem seja o retrato de um médico cuja degradação provocada por um tumor cerebral conduza à inevitável perda de faculdades, plenamente reconhecida e esperada pelo próprio.

Talvez tenha chorado porque esse é o meu medo mais terrível.

Terça-feira, Agosto 22, 2006

O fim da picada


Quem passasse ontem à noite nas traseiras da minha casa, conseguia vislumbrar através das ripas das portadas, alguém de shorts, em cima de um sofá, de pano na mão, insistentemente a tentar acertar nestes malditos alvos em tudo o que era parede.
Quais redes nas janelas, quais quê! Cá pra mim elas descobriram a forma de entrarem pelo buraco da fechadura...
(Bruce e Boris: amo-vos de paixão, mas a partir de hoje vamos aderir ao aparelhinho "uma pastilha, um difusor, liga-se à corrente e já está")

Segunda-feira, Agosto 21, 2006

Countdown

Quinta-feira, Agosto 17, 2006

Olívia costureira/Olívia patroa

Quando fiz o teste vocacional para entrada na faculdade, fui considerada "apta" para quase todas as áreas. A ânsia de entrar era tanta, que preenchi as (salvo erro) doze opções de faculdades e acabei por entrar na 4ª.
Isto para dizer que gosto de fazer um pouco de tudo. Onde trabalho, costumavam "acusar-me" de absorver funções que poderia delegar noutros, porque enquanto delegava e não, já estava feito.
O pior é que se habituam...
Em Março houve remodelações de fundo e fui despromovida. Ou seja, deixei de ter a trabalhar comigo a equipa habitual. Em resultado disso, uma estrutura que funcionava anteriormente com 5 pessoas, passou a ser gerida com 2.
Como uma delas é basicamente virtual (não importa porque razões), é suposto que, sozinha, assegure atendimento ao público, consultas, vacinação e cirurgias dos animais do público, contabilidade, trabalho administrativo e afins.
E não é que me importe. Cansaço e modéstia à parte, considero-me até bastante capaz e desenrascada para o fazer.
Mas daí a exigirem-me que enfie a vassoura no cu e vá varrendo, enquanto outros se limitam a contemplar do alto da sua secretária até onde vai o efeito da hierarquia e do "poderzinho conquistado" (leia-se, atribuído pela militância) ... BARDAMERDA, SIM???????!!!!!!!!!!
(o que eu não dava para ir a este sítio, sugerido por e-mail)

Quarta-feira, Agosto 16, 2006

Santa Inocência

Amiga da I. (7 anos) durante uma "ceia" em casa dos pais dela, onde também estávamos nós:
"- Os adultos não dizem "sexo""
"- Então dizem o quê, B.?"
"- Dizem f...r."
Outra amiga (9 anos) da I., como que para superar a gracinha da primeira:
"- No outro dia, a minha mãe apanhou-me na internet a ver o site do sexo, na altura em que estava uma mulher a chupar a pila do marido..."
Coitados dos pais da B. Tomaram eles uma cova de sete meios de profundidade para se enfiarem.

Segunda-feira, Agosto 14, 2006

Sim, voltei

Sexta-feira, Agosto 04, 2006

Fui

Confissões de mãe para filha

É giro quando se invertem os papéis. Foi o que aconteceu hoje. Sem mais nem menos, sem aviso, fui confidente da minha mãe.

Mostrei-lhe que é uma mulher livre, descomprometida, e que nada nem ninguém pode influenciar ou criticar-lhe as escolhas de vida.

40 anos de vida em comum deixam muitas marcas. São o travão de um futuro de felicidade. E o agarrar desesperado aos momentos de felicidade, poucos, que esses anos trouxeram, fazem-nos prescindir de uma vida, talvez não de amor, mas de companheirismo.

Ou talvez realcem a importância das qualidades e a irrelevância dos defeitos.

Mãe: escolhas um futuro de calma, tranquilidade e amizade, ou o resto da vida com o meu pai, tens todo o meu apoio.

Quarta-feira, Agosto 02, 2006

Preciosidades da língua portuguesa

"- É provável que seja um abcesso do dente carniceiro, ou 4º molar superior. Provavelmente tem que ser extraído.
- Sim, a dra. da outra vez já tinha falo disso."
"Falo"??!! Mas eu falo em termos fálicos??
(assim como havia a outra que dizia que trazia o cão por um cargo de consciência...)

Terça-feira, Agosto 01, 2006

Espectáculo!!

Um telefonema inteiro sem discutir com a minha mãe uma única vez! "beijinhos, até logo" para finalizar!

Tou mesmo crescida (alguém diria)

A galinha da vizinha...

E isto dos galináceos não tem nada a ver com a história, tirando o tema da vizinhança...
Tenho um vizinho que se tornou visita da casa há 3 ou 4 meses. Simpático, prestável, boa onda.
O vizinho tem mulher e filho, mais ou menos da idade da I. Só circunstâncias que tornariam a convivência agradável.
Mas...
... e o "mas" é obra minha; está-me no sangue, no cérebro ou noutro local qualquer, a mania de ver para além da figura, e sentir aquilo que é imperceptível para os demais. Costumam brincar comigo porque "elas vêm no ar e eu já as estou a apanhar".
O tal vizinho, na primeira visita lá a casa, comenta, sem ninguém lhe perguntar, que o olho negro da mulher foi uma queda na escada do quintal...
Nessa mesma visita leva meia dúzia de filmes para ver... até hoje e já lá vão 3 meses.
Pede-me a única coisa que me faz encolher: um livro emprestado (peçam-me tudo, mas livros, só a quem conheço e bem).
Nas festas da terra, em patuscada onde estava mais de uma dezena de vizinhos e respectivas famílias, volta a comentar com a mulher que o olho dela está menos inchado, ao que ela responde que é um treçolho (e não, não era o mesmo olho da outra vez). Quando o filho mostra vontade de comer qualquer coisa, um simples olhar do pai é dissuasor.
Passou a ser companhia assídua nas noites de Verão, a pontos de me enjoar tanto convite para café e caipirinha.
Andava a preparar uma surpresa em forma de quadro para o meu aniversário, com a conivência de quem vive comigo. A intenção era a melhor (pelo menos de quem lhe encomendou a "obra"), mas caiu-me mal a forma como fui retratada. Sem culpa para o pintor, que não o ter reforçado aquilo que acho serem as minhas "fealdades".
A gota que fez transbordar o copo da minha desconfiança surgiu por acaso, após um pontapé que devia ter sido numa bola e acabou por partir o dedo do guarda-redes. Coincidentemente, depois de lhe termos recusado um convite para almoçar, porque já tínhamos combinado almoço com outro dos nossos vizinhos...
E aquele ar de tristeza na cara da mulher, tipo burqa, não sei, não.
Manias? Talvez...