Terça-feira, Outubro 31, 2006
Segunda-feira, Outubro 30, 2006
Etapa por etapa
Ora bem, perspectivas para esta semana:
- O dia já vai quase no final; sim, porque conta como final a hora de saída.
- Amanhã vai ser um dia difícil, não de muito trabalho (o que era melhor, porque sempre passava mais depressa), mas de grande necessidade de engolir sapos. E basta-me olhar para eles, verdes, viscosos, repugnantes, para já estar enjoada (quais pêra bêbeda, quais quê; fiquei com a tripa às voltas mas foi de pensar no que ia ter que aturar na terça-feira).
- 4ª feira, início da descompressão. Tentar não pensar em nada que me lembre do que se passa aqui.
- 5ª feira: sozinha em casa ou o que considero ser o ideal do descanso.
- 6ª feira: o dia da Decisão. (Re)Ver para crer e relembrar o sítio onde comecei a actividade. Abrir a mente à hipótese de ter que fechar este ciclo e voltar às origens. Atirar-me de cabeça e assumir o risco. Terminar o dia a comemorar com uma boa amiga.
- Aposto que, tendo tomado a decisão, sábado e domingo vou estar com um sorriso de orelha a orelha.
- Segunda-feira: meter o requerimento nos Recursos Humanos e iniciar countdown para zarpar daqui.
(de pedrinha, em pedrinha, para não pisar a merdinha)
Sexta-feira, Outubro 27, 2006
Post da ressaca
Há muitos, muitos anos que não me lembrava de acordar às 14 H, comer uma sopa, voltar a deitar-me e finalmente levantar-me às 19 H.
"Bendita" enxaqueca que me obrigou a estar às escuras, deitada, alternando entre dormir e pura e simplesmente não pensar. E, o mais calmamente que me foi possível, esperar que a dor passasse e os vómitos parassem.
Hoje de manhã fiquei na expectativa que houvesse outra enxaqueca que me obrigasse a não vir trabalhar, mas azar...
Quarta-feira, Outubro 25, 2006
Carta Aberta ao Engº José Sócrates
"Esta é a terceira carta que lhe dirijo.
As duas primeiras motivadas por um convite que formulou mas não honrou, ficaram descortesmente sem resposta.
A forma escolhida para a presente é obviamente retórica e assenta NUM DIREITO QUE O SENHOR AINDA NÃO ELIMINOU: o de manifestar publicamente indignação perante a mentira e as opções injustas e erradas da governação.
Por acção e omissão, o Senhor deu uma boa achega à ideia, que ultimamente ganhou forma na sociedade portuguesa, segundo a qual os funcionários públicos seriam os responsáveis primeiros pelo descalabro das contas do Estado e pelos malefícios da nossa economia.
Sendo a administração pública a própria imagem do Estado junto do cidadão comum, é quase masoquista o seu comportamento.
Desminta, se puder, o que passo a afirmar:
1.º Do Statics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona Euro.
2.º Outra publicação da Comissão Europeia, L?Emploi en Europe 2003, permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E o que vemos? Que em média nessa Europa 25,6 por cento dos empregados são empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção da Espanha. As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro, respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice destes dois países? 3º. Um dos slogans mais usados é do peso das despesas da saúde. A insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é de 1458. Em Portugal esse gasto é ... 758. Todos os restantes países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730, a Áustria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799, etc.
Com o anterior não pretendo dizer que a administração pública é um poço de virtudes.
Não é.
Presta serviços que não justificam o dinheiro que consome. Particularmente na saúde, na educação e na justiça. É um santuário de burocracia, de ineficiência e de ineficácia. Mas infelizmente os mesmos paradigmas são transferíveis para o sector privado. Donde a questão não reside no maniqueísmo em que o Senhor e o seu ministro das Finanças caíram, lançando um perigoso anátema sobre o funcionalismo público. A questão reside em corrigir o que está mal, seja público, seja privado.
A questão reside em fazer escolhas acertadas. O Senhor optou pelas piores.
De entre muitas razões que o espaço não permite, deixe-me que lhe aponte duas: 1.º Sobre o sistema de reformas dos funcionários públicos têm-se dito barbaridades . Como é sabido, a taxa social sobre os salários cifra-se em 34,75 por cento (11 por cento pagos pelo trabalhador, 23,75 por cento pagos pelo patrão ).OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PAGAM OS SEUS 11 POR CENTO.Mas O SEU PATRÃO ESTADO NÃO ENTREGA MENSALMENTE À CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES, COMO LHE COMPETIA E EXIGE AOS DEMAIS EMPREGADORES , os seus 23,75 por cento.
E é assim que as "transferências" orçamentais assumem perante a opinião pública não esclarecida o odioso de serem formas de sugar os dinheiros públicos.
Por outro lado, todos os funcionários públicos que entraram ao serviço em Setembro de 1993 já verão a sua reforma ser calculada segundo os critérios aplicados aos restantes portugueses. Estamos a falar de quase metade dos activos.
E o sistema estabilizará nessa base em pouco mais de uma década.
Mas o seu pior erro, Senhor Engenheiro, foi ter escolhido para artífice das iniquidades que subjazem à sua política o ministro Campos e Cunha, que não teve pruridos políticos, morais ou éticos por acumular aos seus 7.000 Euros de salário, os 8.000 de uma reforma conseguida aos 49 anos de idade e com 6 anos de serviço. E com a agravante de a obscena decisão legal que a suporta ter origem numa proposta de um colégio de que o próprio fazia parte.
2.º Quando escolheu aumentar os impostos, viu o défice e ignorou a economia. Foi ao arrepio do que se passa na Europa. A Finlândia dos seus encantos , baixou-os em 4 pontos percentuais, a Suécia em 3,3 e a Alemanha em 3,2.
3º Por outro lado, fala em austeridade de cátedra, e é apologista juntamente com o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, da implosão de uma torre ( Prédio Coutinho ) onde vivem mais de 300 pessoas. Quanto vão custar essas indemnizações, mais a indemnização milionária que pede o arquitecto que a construiu, além do derrube em si?4º Por que não defende V. Exa a mesma implosão de uma outra torre, na Covilhã ( ver ' Correio da Manhã ' de 17/10/2005 ) , em tempos defendida pela Câmara, e que agora já não vai abaixo? Será porque o autor do projecto é o Arquitecto Fernando Pinto de Sousa, por acaso pai do Senhor Engenheiro, Primeiro Ministro deste país?
* Por que não optou por cobrar os 3,2 mil milhões de Euros que asempresas privadas devem à Segurança Social ?* Por que não pôs em prática um plano para fazer a execução dasdívidas fiscais pendentes nos tribunais Tributários e que somam 20 mil milhões de Euros ?* Por que não actuou do lado dos benefícios fiscais que em 2004significaram 1.000 milhões de Euros ?* Por que não modificou o quadro legal que permite aos bancos, queduplicaram lucros em época recessiva, pagar apenas 13 por cento de impostos ?* Por que não renovou a famigerada Reserva Fiscal de Investimento que permitiu à PT não pagar impostos pelos prejuízos que teve no Brasil, o que, por junto, representará cerca de 6.500 milhões de Euros de receita perdida ?A Verdade e a Coragem foram atributos que Vossa Excelência invocou para se diferenciar dos seus opositores.
QUANDO SUBIU OS IMPOSTOS, QUE PERANTE MILHÕES DE PORTUGUESES GARANTIU QUE NÃO SUBIRIA, FICÁMOS TODOS ESCLARECIDOS SOBRE A SUA VERDADE.
QUANDO ELEGEU OS DESEMPREGADOS , OS REFORMADOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COMO PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE COMBATE AO DÉFICE, PERCEBEMOS DE QUE TEOR É A SUA CORAGEM.
Santana Castilho (Professor Ensino Superior)"
(via e-mail)
As duas primeiras motivadas por um convite que formulou mas não honrou, ficaram descortesmente sem resposta.
A forma escolhida para a presente é obviamente retórica e assenta NUM DIREITO QUE O SENHOR AINDA NÃO ELIMINOU: o de manifestar publicamente indignação perante a mentira e as opções injustas e erradas da governação.
Por acção e omissão, o Senhor deu uma boa achega à ideia, que ultimamente ganhou forma na sociedade portuguesa, segundo a qual os funcionários públicos seriam os responsáveis primeiros pelo descalabro das contas do Estado e pelos malefícios da nossa economia.
Sendo a administração pública a própria imagem do Estado junto do cidadão comum, é quase masoquista o seu comportamento.
Desminta, se puder, o que passo a afirmar:
1.º Do Statics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona Euro.
2.º Outra publicação da Comissão Europeia, L?Emploi en Europe 2003, permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E o que vemos? Que em média nessa Europa 25,6 por cento dos empregados são empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção da Espanha. As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro, respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice destes dois países? 3º. Um dos slogans mais usados é do peso das despesas da saúde. A insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é de 1458. Em Portugal esse gasto é ... 758. Todos os restantes países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730, a Áustria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799, etc.
Com o anterior não pretendo dizer que a administração pública é um poço de virtudes.
Não é.
Presta serviços que não justificam o dinheiro que consome. Particularmente na saúde, na educação e na justiça. É um santuário de burocracia, de ineficiência e de ineficácia. Mas infelizmente os mesmos paradigmas são transferíveis para o sector privado. Donde a questão não reside no maniqueísmo em que o Senhor e o seu ministro das Finanças caíram, lançando um perigoso anátema sobre o funcionalismo público. A questão reside em corrigir o que está mal, seja público, seja privado.
A questão reside em fazer escolhas acertadas. O Senhor optou pelas piores.
De entre muitas razões que o espaço não permite, deixe-me que lhe aponte duas: 1.º Sobre o sistema de reformas dos funcionários públicos têm-se dito barbaridades . Como é sabido, a taxa social sobre os salários cifra-se em 34,75 por cento (11 por cento pagos pelo trabalhador, 23,75 por cento pagos pelo patrão ).OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PAGAM OS SEUS 11 POR CENTO.Mas O SEU PATRÃO ESTADO NÃO ENTREGA MENSALMENTE À CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES, COMO LHE COMPETIA E EXIGE AOS DEMAIS EMPREGADORES , os seus 23,75 por cento.
E é assim que as "transferências" orçamentais assumem perante a opinião pública não esclarecida o odioso de serem formas de sugar os dinheiros públicos.
Por outro lado, todos os funcionários públicos que entraram ao serviço em Setembro de 1993 já verão a sua reforma ser calculada segundo os critérios aplicados aos restantes portugueses. Estamos a falar de quase metade dos activos.
E o sistema estabilizará nessa base em pouco mais de uma década.
Mas o seu pior erro, Senhor Engenheiro, foi ter escolhido para artífice das iniquidades que subjazem à sua política o ministro Campos e Cunha, que não teve pruridos políticos, morais ou éticos por acumular aos seus 7.000 Euros de salário, os 8.000 de uma reforma conseguida aos 49 anos de idade e com 6 anos de serviço. E com a agravante de a obscena decisão legal que a suporta ter origem numa proposta de um colégio de que o próprio fazia parte.
2.º Quando escolheu aumentar os impostos, viu o défice e ignorou a economia. Foi ao arrepio do que se passa na Europa. A Finlândia dos seus encantos , baixou-os em 4 pontos percentuais, a Suécia em 3,3 e a Alemanha em 3,2.
3º Por outro lado, fala em austeridade de cátedra, e é apologista juntamente com o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, da implosão de uma torre ( Prédio Coutinho ) onde vivem mais de 300 pessoas. Quanto vão custar essas indemnizações, mais a indemnização milionária que pede o arquitecto que a construiu, além do derrube em si?4º Por que não defende V. Exa a mesma implosão de uma outra torre, na Covilhã ( ver ' Correio da Manhã ' de 17/10/2005 ) , em tempos defendida pela Câmara, e que agora já não vai abaixo? Será porque o autor do projecto é o Arquitecto Fernando Pinto de Sousa, por acaso pai do Senhor Engenheiro, Primeiro Ministro deste país?
* Por que não optou por cobrar os 3,2 mil milhões de Euros que asempresas privadas devem à Segurança Social ?* Por que não pôs em prática um plano para fazer a execução dasdívidas fiscais pendentes nos tribunais Tributários e que somam 20 mil milhões de Euros ?* Por que não actuou do lado dos benefícios fiscais que em 2004significaram 1.000 milhões de Euros ?* Por que não modificou o quadro legal que permite aos bancos, queduplicaram lucros em época recessiva, pagar apenas 13 por cento de impostos ?* Por que não renovou a famigerada Reserva Fiscal de Investimento que permitiu à PT não pagar impostos pelos prejuízos que teve no Brasil, o que, por junto, representará cerca de 6.500 milhões de Euros de receita perdida ?A Verdade e a Coragem foram atributos que Vossa Excelência invocou para se diferenciar dos seus opositores.
QUANDO SUBIU OS IMPOSTOS, QUE PERANTE MILHÕES DE PORTUGUESES GARANTIU QUE NÃO SUBIRIA, FICÁMOS TODOS ESCLARECIDOS SOBRE A SUA VERDADE.
QUANDO ELEGEU OS DESEMPREGADOS , OS REFORMADOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COMO PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE COMBATE AO DÉFICE, PERCEBEMOS DE QUE TEOR É A SUA CORAGEM.
Santana Castilho (Professor Ensino Superior)"
(via e-mail)
Terça-feira, Outubro 24, 2006
Sexta-feira, Outubro 20, 2006
Ó mãe, desculpa lá
Para a próxima, instruo a tua neta para não falar alto, não correr, permanecer sentada e bem comportada a pintar ou escrever, e, sobretudo, NUNCA, mas NUNCA, fazer ballet com a amiga na tua imaculada casa...
Para que possas ter uma tarde descansada.
Para que possas ter uma tarde descansada.
Quinta-feira, Outubro 19, 2006
Poluição
A hora de almoço é aproveitada ao minuto. Não para almoçar, mas para respirar.
(sacana de feitio... acabei por gozar só 65 minutos dos 90 que me concedem...)
(sacana de feitio... acabei por gozar só 65 minutos dos 90 que me concedem...)
Terça-feira, Outubro 17, 2006
B, controla-te
Não podes desatar a comprar tudo o que te apetece para compensar dias como este...
E no outro dia já perdeste a cabeça quando compraste o das receitas do Jamie...

E no outro dia já perdeste a cabeça quando compraste o das receitas do Jamie...

$40.00
HARD COVER, LIMITED EDITION, OVER 180 COLOR AND B&W PHOTOS WITH COMMENTS FROM PETE TOWNSHEND, BRUCE SPRINGSTEEN, MICHAEL STIPE, GLORIA STEINEM, HOWARD ZINN, CAMERON CROWE, KELLY SLATER, AND MORE!
Tá bem que gostavas de ter o livro, mas são 40 dólares, porra!!
Sexta-feira, Outubro 13, 2006
Quinta-feira, Outubro 12, 2006
Por falar em dilemas
A sensação que tenho é que sou o burro a quem estão a acenar com uma bela, rechonchuda e reluzente cenoura. Não sei se a trinque ou se me deixe arrastar pelos broncos que conduzem a carroça.
O passo é grande e o risco ainda maior. E a expressão "quem não arrisca, não petisca", nunca se aplicou tão bem. Mas "quem tudo quer, tudo perde" também é adequada.
E será que estou disposta a empenhar a minha vida nos próximos 3 anos, pelo menos, abdicando do tempo livre de que disponho para mim e para os meus? Será que devo voltar à actividade de que desisti há 4 anos porque já não aguentava o cansaço, a entrega, a rotina e as obrigações?
Mas, por outro lado, como posso voltar a cara a uma oportunidade destas? Em que, de bandeja, me entregam uma das mais bem sucedidas pequenas empresas de Lisboa?
E quantas mais oportunidades vou ter de sair daqui?
E amanhã é dia de jackpot do Euromilhões... sim, porque só se for assim...
Quarta-feira, Outubro 11, 2006
Terça-feira, Outubro 10, 2006
Segunda-feira, Outubro 09, 2006
Omeletes e (cabeças de) alho chocho

É suposto que faça um relatório daquilo que não organizei, dos contactos que não fiz, da organização que não foi minha...
Aliás tenho suficiente memória visual para fazer o relatório de uma iniciativa, só por aquilo a que assisti.
E quando for para colocar dados quantitativos, inventa-se (ordens da letrada minha chefe).
Mas como sou má cozinheira, e omeletes, nem com ovos, quanto mais sem, alguém que ganha melhor que eu que faça o que lhe pagam para fazer.
Sexta-feira, Outubro 06, 2006
Sozinha em casa
Passado o stress de falar em público, dei-me ao luxo de descomprimir e gozar a ponte que a Sra. Presidente de Câmara deu.Lazer total e absoluto.
Sozinha em casa, com estes "enfiados" nos ouvidos todo o dia...
Terça-feira, Outubro 03, 2006
Ainda estou para perceber...
... como é possível fazer de conta que se lidera, não tendo a mínima qualidade para o fazer?
... porque é que os cartões de militante fazem milagres mais improváveis que os da Nossa Senhora de Fátima?
... (a propósito de religião) porque tenho que ensinar o Padre Nosso ao Vigário?
e, com todo o stress que isto me suscita,
... como é que não tenho um acidente todas as manhãs na Vasco da Gama?
Segunda-feira, Outubro 02, 2006
Eu não acredito em bruxas
Mas porque carga de água, a 48 horas da conferência do Dia Mundial do Animal, em que sou uma das oradoras (socorro!!!), o meu horóscopo semanal dizia isto?
"If you are attending a meeting on Wednesday, you need to check any information received and any that you share. It will be too easy for mistakes to be made, and this could create a lot of unnecessary confusion."
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