Quinta-feira, Dezembro 20, 2007
Terça-feira, Dezembro 18, 2007
Segunda-feira, Dezembro 17, 2007
Implantes (não, não são desses)
Desejo de ano novo: implantar uma falange extra nos dedos dos pés, para conseguir calçar 36, ou vá lá, 35 e meio, e encontrar botas à senhora...
Cansaaaaaaaaaada de botas da secção de criança.
Quinta-feira, Dezembro 13, 2007
Olha que dois
http://www.intimissimi.com/hearttango/english/
De babar. Sim, também babo por ela. A mulher mais bonita do Mundo.
There are many ways a woman's heart can beat.
De babar. Sim, também babo por ela. A mulher mais bonita do Mundo.
There are many ways a woman's heart can beat.
Terça-feira, Dezembro 11, 2007
Cheirete a vingança
Aquele anúncio em que a mocinha destrói propositadamente o brinquedinho do amigo que, dois dias antes, lhe deu um pontapé na porta do carro, é o paradigma da vingançazinha gelada que tanto desprezo.
Admito que quem tem esse tipo de atitude tenha mais sorte na vida porque, à falta de impulsividade, raramente mete a pata na poça e consegue assistir, de cadeira, ao resultado das suas elaboradas e mesquinhas manigâncias.
Não sou assim. O que tenho a dizer, digo, e na hora. Às vezes (muitas) falho. Por reagir "a quente", faço juízos de valor nem sempre correctos, mas também não me custa pedir desculpa.
O que não podem acusar-me é de cinismo.
E a sensação que tenho, é que alguém me anda a fazer o retrato (a metade, o terço ou a décima parte daquilo que realmente sou), realçando/inventando defeitos, denegrindo carácter e/ou actos, ou simplesmente contando a sua versão dos factos.
Nada que me espante, porque já o fez doutras vezes. Sempre com a melhor das intenções, evidentemente.
O que mais me custa, é sentir que me levam aos tombos nas bocas do Mundo e não me dão a hipótese de contra-argumentar.
Deveriam estar aqui dois parágrafos, bem mais negros que os anteriores, que optei por guardar nos rascunhos.
Segunda-feira, Dezembro 10, 2007
Saturday Night Fever
"(...) caracteriza-se por uma grande versatilidade e, em função da sua própria capacidade física e morfologia de espaço, proporciona uma área puramente de bar, com zona de estar e serviço exclusivo às mesas, e uma área de pista, marginada por dois balcões e limitada frontalmente pela cabina do DJ que, por sua vez, tem ainda um pequeno bar superior, que lhe fica contíguo(...) "Tradução: se fores especialista em saltar ao eixo, o que, neste caso, implica um extraordinário poder de impulsão, ou se preferires a sensação de entalanço e esfreganço, na iminência de seres beijado na boca por uma gaja e teres a tua primeira experiência lésbica, ou ainda se quiseres pôr-te na pele de quem tem que usar coleira no pescoço para aguentar as dores na coluna, vem a esta (ou a qualquer outra) discoteca. Com a mais-valia de levares com a socialite de Cascais, desde cozinheiros famosos a tias-quarentonas-armadas-em-gajas de 27-não fossem os wonderbras... Tudo ao som da mais irritante batida estilo discosound, sendo que também podiam pôr música clássica, porque, para o que nos conseguimos mexer, o resultado seria o mesmo...
Sensações únicas... irrepetíveis.
(era de prever: da primeira vez que lá tínhamos estado, demos de caras com o Paulo Portas, o que não augurava nada de bom.)
E pergunto eu: qual é a graça de levar com música aos berros e ter que aprender linguagem gestual para conseguir comunicar?? Já sei, tenho quase 40 anos, não posso compreender...
Sexta-feira, Dezembro 07, 2007
Perdi o comboio
"Que pena não teres entregue... O Prof. L. ficou com muita pena; tinha grandes expectativas..."
Pois, temos pena. Fica para o próximo ano de 2004, quando for preciso fazer revoluções na minha vida com a ajuda de mestrados, drunfos e sessões de psicoterapia.
Por falar nisso, a revolução de 2007 está a ser feita a seco, sem bengalas de espécie nenhuma. Quem me viu aos caídos em 2004, deve estar de boca aberta (até eu...). Pode ser que um dia isto rebente. Há-de jorrar muita m$%&#.
Quinta-feira, Dezembro 06, 2007
Boquiaberta
Quando entrei na faculdade, houve alguém que me atraiu instantaneamente pela determinação e força de vontade, aliadas à popularidade inevitável que uma cara bonita traz. A M. era a mais gira da turma, tinha tudo quanto era rapaz a suspirar por ela e fazia amizades a uma velocidade directamente proporcional ao meu bichomatismo. Logicamente, acabou por ser a namorada do O., quase tão bonito como ela e de certeza mais popular ainda.
Tornámo-nos unha com carne, ela sempre a apoiar-me quando havia crises em casa dos meus pais (o que era dia sim, dia sim) e eu, como marrona de serviço, a empurrá-la quando havia exames e subitamente lhe rebentava uma insegurança que lhe dava vontade de desistir das frequências e exames.
Costumávamos dizer que havíamos de abrir um negócio juntas, para aproveitar o feitio dela (de agarrar o touro pelos cornos e levar tudo à frente) e (dizia ela) o meu maior jeito para a coisa.
Acabámos por seguir rumos divergentes, quanto mais não seja porque tive pressa de casar quando terminei o curso. A M. seguiu desenfreada atrás de uma paixão: suspendeu a carreira até conseguir ficar com a pessoa que é pai dos 3 filhos que tem; de quem nunca esperou, nem teve, colaboração e a quem sustenta até hoje.
Passados mais de 20 anos de amizade sólida, que sobreviveu todo este tempo à distância que nos separa, descubro que a M. vive uma situação de filme, um misto de violência psicológica, humilhação e impotência, beco sem saída para quem tem a auto-estima destruída.
Não me saem da cabeça as palavras com que se despediu ao telefone: "Vê se me arranjas solução para isto, porque eu não valho nada."
porque é que não ficaste com o O., caraças? eu bem te avisei... (mas isto não lhe disse)
Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
Segunda-feira, Dezembro 03, 2007
Há sempre uma primeira vez
Pela primeira vez, fui convocada para uma festa de anos surpresa. A surpresa não foi a festa propriamente dita, mas ter sido a aniversariante a organizá-la sem conhecimento dos convidados. Sendo que, caso a participação fosse voluntária, a festa ficava às moscas.
Se não tivesse dado pena, até era hilariante.



