Numa cama de casal, com a largura que é suposto uma cama de casal ter, dormem duas pessoas e uma aspiração de gente. Na ânsia de pedalar, rebolar, berrar, coçar-se e mamar (tudo menos dormir), a meia-leca vai-se atravessando, a pontos de obrigar os pais a dormirem (?) em nesgas na borda da cama, em riscos de se estatelarem no chão. Se, a juntar a tudo isto, pensarmos no bafo que se forma naquele quarto mal sobem as temperaturas, e no aquecedor para pés formado por 6 quilos e meio de gato, quase não se respira durante a noite. Ou porque não se tem ar, ou porque mal nos mexemos para não acordar o pequeno, nas meias-horas de farturinha de sono que vai dormindo.
Para compor o ramalhete, há umas insónias às 3 ou 4 da manhã, não porque algo nos pese na consciência, mas porque a posição (de lado, com a mama de fora, costas ao léu e rabo prestes a tombar no precipício) não é nada propícia a um sono descansado.
Resultado: a qualquer hora há gente a passear nos corredores da casa e a subir/descer escadas e 6 h e 15 m da manhã é uma hora como outra qualquer para levantar, porque acordada já se está há muito tempo.
Para compor o ramalhete, há umas insónias às 3 ou 4 da manhã, não porque algo nos pese na consciência, mas porque a posição (de lado, com a mama de fora, costas ao léu e rabo prestes a tombar no precipício) não é nada propícia a um sono descansado.
Resultado: a qualquer hora há gente a passear nos corredores da casa e a subir/descer escadas e 6 h e 15 m da manhã é uma hora como outra qualquer para levantar, porque acordada já se está há muito tempo.


