terça-feira, janeiro 30, 2007

E eis que

a páginas 666 deste livro

encontramos este disco


cujas letras, acordes, vírgulas, ais e uis, quando morrer, hei-de esquecer-me que um dia as soube de cor.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Maus fígados

Aqui há um ano, estávamos de ressaca do susto que foi a cirurgia ao fígado da I. A recuperação foi total e hoje não se nota nada a não ser a cicatriz exterior (mal feitinha por sinal, mas é o menos).
Em Dezembro, fomos fazer a ecografia anual de controlo, que novamente nos descansou, uma vez que está tudo bem... no fígado.
Sim, por falar em pedras, na vesícula há uma pedrinha, que se não for tratada agora com um ácido dissolvente, terá que ser removida cirurgicamente.
Mais ou menos como estas, embora bem mais pequena. Caso para me arrepender de tantas vezes dizer, a brincar, que ela tem maus fígados.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Nas alturas


Prepara-se uma revolução lá em casa. Para além da puberdade da minha filha, que irrompe por cada poro de mau feitio que ela teima todos os dias em mostrar, vem aí uma cama nova.
Convém dizer que desde sempre a miúda sai à mãe, sinónimo de dizer que dorme pouco e (muito) mal. O que se converte em passeios nocturnos que acabam invariavelmente na cama dos pais, com histórias de terror pelo meio: a última foi anteontem, quando, supostamente, estava um homem a bater-lhe à janela. Note-se que "a janela" tem portadas exteriores e varanda, para além de que não estou a ver o "gatuno" subir ao primeiro andar (a teoria dela é que desceu pelo telhado...).
Em resultado dos passeios nocturnos, um dos pais, geralmente "o", troca com ela.
Agora, por altura do aniversário que se aproxima, vamos cumprir a promessa e comprar a cama dos sonhos (??) dela.
Os passeios nocturnos prometem transformar-se em voos nocturnos.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Sim, estou em crescimento, porquê?















E deviam fazer fechos de correr como deve ser, que os das minhas calças estão todos a rebentar pelas costuras, não sei porquê.

Há-de explicar-me

Ó Dona Eulália, porque é que a senhora usa a pinça de pegar bolos, se faz tanta questão de lhes pôr as manápulas quando os embrulha?

terça-feira, janeiro 23, 2007

Ó pro que eu estive a fazer de manhã




Isto é uma bexiga de cadela.











Isto é uma pedra que estava lá dentro.
A diferença é que tirei duas e não uma.









Foi tão giro.

segunda-feira, janeiro 22, 2007

O primeiro insucesso da Bimby


A não ser que a ideia fosse criar "drinkable mashed potatoes"

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Fazia-me tão bem à cara...



... ou, neste caso, às ancas. Mas mal, muito mal, aos bolsos.
www.freimaid.de

Agora as semanas passam-se assim

segunda, corta; terça, corta; quarta, corta; quinta, corta; sexta, arrasa

tipo penitenciária, tão a ver? :(

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Sim

"Até aos 30 contei..." - dizia alguém que me é (muito) familiar.
Antigamente fazia-se com uma agulha de crochet, mesmo que o atraso não significasse senão... atraso.
Ia-se às escondidas do marido, ou simplesmente ao abrigo da indiferença dele, porque isso era um assunto de mulheres. Com a(s) filha(s) pela mão, sem pensar no que significaria para duas crianças ouvir o que se dizia no hall, feito sala de espera, da casa da "curiosa".
Continua-se a ir às escondidas, agora da sociedade. A mesma que, a partir de certo nível (?) o pratica às claras, numa qualidade directamente proporcional ao status que pode pagar.
Sou absolutamente CONTRA o aborto. Mas, definitivamente, pela VERDADE.
Por isso, SIM.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Pobres bichos


Mas esta "coisa" gosta de gatos?!

Adenda do dia seguinte: para quem não consegue abrir o link, esclareço que a "coisa" é esta aberração, que, em processo de divórcio, luta pela custódia (??) dos gatos do casal (????)...

A minha vida dava 1 filme


... do Manoel de Oliveira.
Devagar, devagarinho, parada...
(bocejo)

sexta-feira, janeiro 12, 2007

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Ando eu há anos a dizer o mesmo

Hoje ouvi na rádio daquelas notícias lançadas pelas inteligências acima da média de quem não tem mais nada para fazer senão estatísticas-que-não-interessam-nem-ao-menino-Jesus.
Que os seguros automóveis nos E.U.A (where else?!) iam passar a ter em consideração o signo do zodíaco dos automobilistas. Que tinha sido feito um estudo sobre a personalidade atribuível a cada signo e respectiva forma de estar na condução.
E apontavam exemplos:
- que os Sagitários falavam que se desunhavam a conduzir;
- que os Escorpiões eram vingativos na estrada (jura! só aí?!);
- que os Leões, sim os Leões, eram os exemplos de condução a seguir.
Portanto, partindo do princípio que o americano médio não prima lá pelo raciocínio, ou pelo menos, demonstra na maioria das atitudes que a boçalidade é o seu forte, tenho que concluir que quem fez este estudo, a avaliar pela análise cuidada e acertada que fez da condução dos nativos de Leão, faz parte da franja(inha) de americanos que (ainda) tenho em consideração.

E não é que...?...

No dia em que fiz este filme, tratei de desabafar as minhas "angústias" ao almoço com uma amiga de há longos anos.

Que me disse, à laia de "a propósito", "estou com dois ou três dias de atraso".

Não dei grande importância ao caso, porque essa minha amiga tentava, sem êxito, engravidar do 2º filho há meia dúzia de anos.

E não é que...?...

BINGO!!!

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Que filme!

A sugestão é um fenómeno interessante. Convencemo-nos de certas coisas a tal ponto, que julgamos ter os sintomas e restantes comportamentos correspondentes, ou, mesmo que não os tenhamos, convertemos sensações banais em factos consumados. Senão vejamos:
- aumento de apetite (a ponto devorador)
- logicamente, em consequência, aumento de peso
- sono (buéeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee)
- tensão mamária
...
e pronto: sai uma gravidez
Calma. Não estou grávida. Comprovado cientificamente. Pelo menos, já vou dormir (um bocadinho) melhor no fim de semana.
E não me interpretem mal: o alívio deve-se só à inoportunidade da situação.

Non ou a Vã Tentativa de (te) Mudar

"Não te estou a perceber."
Pois não. Não consegues atingir que a mudança que se avizinha não me envolve só a mim, que toda a gente vai ter que fazer um esforço e colaborar.
Há 4 anos desisti de um projecto semelhante porque estava completamente absorvida, não sobrava tempo nenhum para ninguém.
Tenho necessidade, provavelmente acima da média, de ter tempo para me coçar, para ler, para estar deitada a olhar para o tecto.
Como é que isso vai ser possível com um horário das 10 da manhã às 8 da noite, na melhor das hipóteses, seguido de um trajecto de 50 km para chegar a casa?
Pensar que até os Sábados vão sair de cena, está a dar-me cabo do juízo.
E não terei direito a chegar e sentar-me à mesa, não digo que para jantar, mas para comer qualquer coisa que alguém, que não eu, tenha preparado??
Conversinha de dona de casa de meia-idade, já sei.
Mas estou muito assustada com isto, ah pois estou.
Já pus inclusivamente a hipótese de desistir, antes que seja tarde. Nem que isso implique não sair da cepa torta. Porque senão quem vai entortar de vez sou eu. E costumo ser masoquista, mas ao ponto de apertar eu própria a corda à volta do pescoço, não.

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Objectivo 2007

Não direi que apagar 7 anos seja o objectivo. Mas, definitivamente, apagar os últimos 7 meses.

Resumindo, em 2007 vou sair daqui. E isso está à distância de um telefonema. Que, não sei por que raio, não há meio de aparecer, por muito que eu insista em olhar para o telefone.

Entre hoje e sexta-feira, foi a promessa...

And counting...

sexta-feira, dezembro 22, 2006

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Em cheio

Como irritar os "Leão"

Tenta ensinar-lhes alguma coisa que eles não entendam e ri-te no final, como se fossem completos ignorantes.
Ignora-os.
Esquece o nome deles e pergunta "Repete lá: qual é o teu nome?".
Em público, não os apresentes às pessoas importantes.
Goza com o seu gosto, a sua elegância, a sua aparência.
Quando dramatizarem um situação, ri-te quando o caso for triste, e faz caretas quando contarem uma piada.
Quando ele(a) perguntar após ....: "Foi bom para ti?" responde "...mais ou menos", ou, "já tive melhores".
Não prestes atenção às suas histórias e depois diz: "Desculpa, nem ouvi o que estavas a dizer".
Tira-os de cena, dizendo- "Depois falas tu, tá? "
(via e-mail)

terça-feira, dezembro 19, 2006

Quem se picar, que se acuse

Parabéns! Benvindo ao clube dos 38's!

(atarefado, sem tempo, cheio merdas para resolver, nem vai reparar, já sei)

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Paz e amor

Alguém de direito se importa de alterar a quadra natalícia, de modo a que a gente possa comemorar (sei lá o quê) para aí em meados de Junho, a beber uns refrescos e a comer uma pratada de caracóis, com umas palmadas nas costas de quem nós temos realmente o prazer de ser amigos, de preferência numa esplanada à beira Guincho, por exemplo, a levar em cheio nas trombas com o Sol de fim de tarde??
Assim poupávamos estas correrias de compras hipócritas e telefonemas de circunstância e a mim não se me punha esta neura e esta dor de cornos, por ter que aguentar os amoques da minha querida família, que, nesta altura do campeonato, já se apetrechou de argumentos mesquinhos e manobras comportamentais para tornar a última quinzena do ano no inferno do costume.
Pode ser?
Agradecida.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Vantagens da profissão


Como dizia uma colega minha que me enviou esta prenda, ainda dizem que trabalhar com animais não é excitante. Depende dos animais...

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Pai

Olha a prendinha que eu te vou dar:











(rica ideia)

terça-feira, dezembro 12, 2006

Bimba? Com muito gosto!

Faz hoje quinze dias que te conheci. Não dei meio tostão furado por ti até te ver a trabalhar. Achei que não te iria estimular a pontos de funcionares tão bem, sendo eu a dar as ordens.
E não é que, em quinze dias, já variei mais almoços, lanches e jantares que em quinze meses?!
Bifinhos de cebolada, Strogonoff, scones, Bolo Rápido, Bolo Mármore, Lasanha, Lombo à Mari Carmen, favas guisadas com entrecosto, doce de abóbora, arroz malandrinho de tomate, rolo de carne...
Bendita a hora em que fui tentada.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Kalinadas

Os pêros de que a I. mais gosta: Bravo Moscovo...

(quem não entendeu a piada, nunca provou uma maçã Bravo de Esmolfe)

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Não ouvem? A mim não me sai da cabeça


and so it is
just like you said it would be
life goes easy on me
most of the time
and so it is
the shorter story
no love no glory
no hero in her skies
i can't take my eyes off of you
and so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time
and so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial
i can't take my eyes off of you
did I say that I loathe you?did I say that I want to
leave it all behind?
i can't take my mind off of you
my mind
'til I find somebody new

terça-feira, dezembro 05, 2006

Na mosca!

No aeroporto de Schipol, em Amesterdão, os quartos de banhos são imaculados. Os azulejos estão limpíssimos, em particular as juntas, onde normalmente se acumula sujidade. Estes quartos de banho poderiam servir para uma sala de operações de tão assépticos! Todavia, ninguém repara nisso. Porquê? Porque cada urinol tem uma mosca lá dentro e é nisso que todos reparam...


Mas um olhar mais próximo revela que não se trata de uma mosca verdadeira e sim de um desenho incrustado na cerâmica do urinol num ponto estratégico. Investigações feitas nesta área (?) provaram que os homens tentam atingir a mosca ao mijar e isso reduz em cerca de 80% os salpicos para os lados! Dá que pensar... É o que se chama pomposamente controle de processo...

(via e-mail)

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Ufa

Agora que respiro de alívio, tenho que confessar que, apesar do meu estado aparentemente normal, passei uma noite de cão, literalmente, com voltas e voltas na cama e sem pregar olho. Para ajudar à festa pôs-se-me uma dorzinha de cabeça, daquelas que prenunciam enxaqueca, prontamente contrariada para não se armar em chica esperta.
Faço n destas coisas, mas é sempre pior quando são cadelas da família.
Para quem ainda não percebeu, é a questão da responsabilidade ser maior perante quem confia em nós.
(ainda ontem, na Anatomia de Grey, se falava da questão da responsabilidade e do "complexo de Deus"... engraçado)

quinta-feira, novembro 30, 2006

Pensavas que escapavas...

PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!


nunca menosprezes a minha memória! :)

quarta-feira, novembro 29, 2006

Apanhaste-me

Sucumbi ao teu charme.
(o melhor bacalhau com natas da minha vida, preparado em 15-minutos-15)

terça-feira, novembro 28, 2006

Por acaso tenho cara de padre?!

Então, porque é que olhas para mim, ansiosa pelo meu amen, sempre que te sais com uma das tuas brilhantes, inovadoras e pioneiras ideias??!

segunda-feira, novembro 27, 2006

Tou de desejos









... por ordem crescente de vontade.

Tu aí, ó Pai Natal, enquanto despejas bolas, fitas e árvores de Natal por tudo quanto é centro comercial, vê lá se largas qualquer coisita à passagem lá por casa. Ah, e escusas de esperar um mês, porque Natal é quando uma mulher quiser (e eu quero agora, boa?). Mas caladinho, que "We wish you a Merry Christmas" e outras que tais já irritam.

Tomar ou não tomar

Para situações de enxaqueca iminente, foi-me receitado um medicamento orodispersível, ou seja, que se coloca por cima da língua e se deixa dissolver.

Na listinha de efeitos secundários do dito, está, entre outras coisas agradáveis como angina de peito e diarreia sanguinolenta, a hipótese de um ataque cardíaco subsequente à toma (!).

Resultado: tomo este e arrisco-me a ter que pôr outro por baixo da língua, daqueles que me habituei a ver a minha avó utilizar quando lhe dão os "apertos"...

E ainda estou a ver a cara da farmacêutica quando me disse: "As suas melhoras. Deve andar mesmo aflita, que estes medicamentos são fortes..."

Em suma: entre a cabeça e o coração venha o diabo e escolha.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Quando for grande quero ser médica de clínica geral

Para já são muito bem pagos.
9 euros por uma consulta de 3-minutos-3, é muito euro à hora.
Não levantam o cuzinho da cadeira. O estado clínico do paciente é avaliado pelo método mais artesanal possível, o olhómetro.
Em duas ou três perguntas diagnosticam o problema. Com duas ou três respostas chegam a conclusões brilhantes ("O que a Sra. tem é enxaqueca"... "a sério?? não me diga!!").
Os exames anteriores não servem para nada, mas não é por isso que nos mandam fazer mais. Ou seja, a TAC feita há 1 ano estava normal, portanto qualquer tumor, aneurisma ou outra patologia cerebral que eu esteja a desenvolver agora, é perfeitamente irrelevante, a não ser quando a emergência de um coma, por exemplo, me leve a pagar mais 9 euros. Isto se conseguir ir à consulta pelo meu pé.
Por fim, gostam sempre de se mostrar paternalistas perante a minha profissão:
"- Qual é a sua ocupação profissional?"
" - Sou médica veterinária."
"- Ah! Colega, portanto!"
"- Pois, não, nem por isso"
Irra! Sua colega??
Fique sabendo que os meus clientes são vistos da ponta do focinho à ponta da cauda, literalmente; pagam-me muito menos que 180 euros/hora; não dão facilidades tipo pergunta/resposta; sujeito-me a ser agredida quando apalpo - sim, porque apalpo - com um pouquinho mais de intensidade; têm pulgas e outros parasitas externos, e não é por isso que deixo de lhes mexer; recebem receitas que se coadunam com a avaliação do estado geral que lhes fiz, e não por mero palpite.
Boa??

terça-feira, novembro 21, 2006

Zonza mas não tanto

A gente deseja certas coisas , porque inconscientemente acha que não se irão concretizar.
Ou melhor, não se dá o devido valor aos problemas até darmos de caras com eles. 1 dia de molho, ainda vá que não vá, agora 2... Mau...
(ao menos podia ter sido um dia de semana, em vez de um Domingo. Bolas)

quinta-feira, novembro 16, 2006

Porteiros em bicos de pés

É costume dizer-se que é mais importante conhecer o porteiro da empresa do que o gerente.
Se dermos com um porteiro simpático, ele faz-nos a visita guiada ao edifício, sem precisar de autorização de ninguém e exercendo de livre forma o seu poderzinho.
Se o indivíduo for antipático, há-de colocar tantos entraves que, nem que sejamos irmãos do gerente, conseguimos entrar.
Aqui pelo burgo, abunda gente que exerce a sua "autoridade" tipo porteiro em bicos de pés. Ocupam os lugares não por mérito ou competência, mas pelo nº e antiguidade de cartão de militante. Têm na maior parte dos casos licenciaturas em cursos tipo Direito; daqueles fura-vidas aceites para qualquer tipo de lugar, que, de tão "generalistas", não sabem fazer nada. E pior, acham que fazem melhor que todos. Alternam constantes atropelos na gramática com total falta de carácter e compensam os seus limitados conhecimentos com o uso indiscriminado da expressão "processo disciplinar".
Qualquer lapso, engano ou falta de zelo de um funcionário, é brindado com blá, blá, blá, processo disciplinar.
Por este andar, teremos inícios de manhãs com "Processo disciplinar" em vez de "Bom dia".
O chamado poderzinho de merda. Por isso sou tão alérgica à merda do poder.

As dúvidas existenciais da suposta vocação






Dizia o mocinho do meio:

"- Não me lembro porque quis ser cirurgião, mas lembro-me de, pelo menos, 1000 razões para não ser."

e

"- Dava um excelente funcionário dos Correios."

Eu era mais uma papelaria.

terça-feira, novembro 14, 2006

Qualquer dia desabituo-me

Acho que já não sei falar. Perdi o jeito. Ou será que nunca o tive?

quinta-feira, novembro 09, 2006

Massagens ao ego

No meio da massagem de ontem, a terapeuta diz:
"- Que barriga tão bonita, nem parece que foi mãe há mais de 11 anos... e se não me tivesse dito a sua idade, não lhe dava mais de 30"
E mais à frente
"-Pode ficar descansada, porque é rijinha (?!!). Não vai ficar flácida quando terminarem os tratamentos"

:)

quarta-feira, novembro 08, 2006

Mimo


Para ti

terça-feira, novembro 07, 2006

Tão fácil

Uma simples frase pode mudar para sempre uma relação.
Pena que raramente seja para melhor.
E quando se tem um limiar de tolerância tão baixo, nunca mais se deixa que as coisas voltem a ser sinceras, transparentes, naturais; faz-se crescer o muro em volta para não sermos atingidos por (mais) pedregulhos.

SCP

Somos Corno e Pobres (de Espírito)

Só assim se explica, no meio do jogo contra o Braga, desatarem a cantar o hino de homenagem ao Benfica.

Sim, somos grandes e omnipresentes. Obrigada.

sexta-feira, novembro 03, 2006

Ai...

Começo a ficar preocupada contigo...

terça-feira, outubro 31, 2006

Pancada



Isto começa a parecer caso de hospital psiquiátrico. Já lá vão duas semanas consecutivas de sonhos com este indivíduo, tão reais que acordo aflita.
Será porque ando com ele pendurado nos ouvidos o dia todo?

segunda-feira, outubro 30, 2006

Etapa por etapa

Ora bem, perspectivas para esta semana:
  1. O dia já vai quase no final; sim, porque conta como final a hora de saída.
  2. Amanhã vai ser um dia difícil, não de muito trabalho (o que era melhor, porque sempre passava mais depressa), mas de grande necessidade de engolir sapos. E basta-me olhar para eles, verdes, viscosos, repugnantes, para já estar enjoada (quais pêra bêbeda, quais quê; fiquei com a tripa às voltas mas foi de pensar no que ia ter que aturar na terça-feira).
  3. 4ª feira, início da descompressão. Tentar não pensar em nada que me lembre do que se passa aqui.
  4. 5ª feira: sozinha em casa ou o que considero ser o ideal do descanso.
  5. 6ª feira: o dia da Decisão. (Re)Ver para crer e relembrar o sítio onde comecei a actividade. Abrir a mente à hipótese de ter que fechar este ciclo e voltar às origens. Atirar-me de cabeça e assumir o risco. Terminar o dia a comemorar com uma boa amiga.
  6. Aposto que, tendo tomado a decisão, sábado e domingo vou estar com um sorriso de orelha a orelha.
  7. Segunda-feira: meter o requerimento nos Recursos Humanos e iniciar countdown para zarpar daqui.

(de pedrinha, em pedrinha, para não pisar a merdinha)

sexta-feira, outubro 27, 2006

Post da ressaca

Há muitos, muitos anos que não me lembrava de acordar às 14 H, comer uma sopa, voltar a deitar-me e finalmente levantar-me às 19 H.
"Bendita" enxaqueca que me obrigou a estar às escuras, deitada, alternando entre dormir e pura e simplesmente não pensar. E, o mais calmamente que me foi possível, esperar que a dor passasse e os vómitos parassem.
Hoje de manhã fiquei na expectativa que houvesse outra enxaqueca que me obrigasse a não vir trabalhar, mas azar...

quarta-feira, outubro 25, 2006

Carta Aberta ao Engº José Sócrates

"Esta é a terceira carta que lhe dirijo.
As duas primeiras motivadas por um convite que formulou mas não honrou, ficaram descortesmente sem resposta.
A forma escolhida para a presente é obviamente retórica e assenta NUM DIREITO QUE O SENHOR AINDA NÃO ELIMINOU: o de manifestar publicamente indignação perante a mentira e as opções injustas e erradas da governação.
Por acção e omissão, o Senhor deu uma boa achega à ideia, que ultimamente ganhou forma na sociedade portuguesa, segundo a qual os funcionários públicos seriam os responsáveis primeiros pelo descalabro das contas do Estado e pelos malefícios da nossa economia.
Sendo a administração pública a própria imagem do Estado junto do cidadão comum, é quase masoquista o seu comportamento.
Desminta, se puder, o que passo a afirmar:
1.º Do Statics in Focus n.º 41/2004, produzido pelo departamento oficial de estatísticas da União Europeia, retira-se que a despesa portuguesa com os salários e benefícios sociais dos funcionários públicos é inferior à mesma despesa média dos restantes países da Zona Euro.
2.º Outra publicação da Comissão Europeia, L?Emploi en Europe 2003, permite comparar a percentagem dos empregados do Estado em relação à totalidade dos empregados de cada país da Europa dos 12. E o que vemos? Que em média nessa Europa 25,6 por cento dos empregados são empregados do Estado, enquanto em Portugal essa percentagem é de apenas 18 por cento. Ou seja, a mais baixa dos 12 países, com excepção da Espanha. As ricas Dinamarca e Suécia têm quase o dobro, respectivamente 32 e 32,6 por cento. Se fosse directa a relação entre o peso da administração pública e o défice, como estaria o défice destes dois países? 3º. Um dos slogans mais usados é do peso das despesas da saúde. A insuspeita OCDE diz que na Europa dos 15 o gasto médio por habitante é de 1458. Em Portugal esse gasto é ... 758. Todos os restantes países, com excepção da Grécia, gastam mais que nós. A França 2730, a Áustria 2139, a Irlanda 1688, a Finlândia 1539, a Dinamarca 1799, etc.
Com o anterior não pretendo dizer que a administração pública é um poço de virtudes.
Não é.
Presta serviços que não justificam o dinheiro que consome. Particularmente na saúde, na educação e na justiça. É um santuário de burocracia, de ineficiência e de ineficácia. Mas infelizmente os mesmos paradigmas são transferíveis para o sector privado. Donde a questão não reside no maniqueísmo em que o Senhor e o seu ministro das Finanças caíram, lançando um perigoso anátema sobre o funcionalismo público. A questão reside em corrigir o que está mal, seja público, seja privado.
A questão reside em fazer escolhas acertadas. O Senhor optou pelas piores.
De entre muitas razões que o espaço não permite, deixe-me que lhe aponte duas: 1.º Sobre o sistema de reformas dos funcionários públicos têm-se dito barbaridades . Como é sabido, a taxa social sobre os salários cifra-se em 34,75 por cento (11 por cento pagos pelo trabalhador, 23,75 por cento pagos pelo patrão ).OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS PAGAM OS SEUS 11 POR CENTO.Mas O SEU PATRÃO ESTADO NÃO ENTREGA MENSALMENTE À CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES, COMO LHE COMPETIA E EXIGE AOS DEMAIS EMPREGADORES , os seus 23,75 por cento.
E é assim que as "transferências" orçamentais assumem perante a opinião pública não esclarecida o odioso de serem formas de sugar os dinheiros públicos.
Por outro lado, todos os funcionários públicos que entraram ao serviço em Setembro de 1993 já verão a sua reforma ser calculada segundo os critérios aplicados aos restantes portugueses. Estamos a falar de quase metade dos activos.
E o sistema estabilizará nessa base em pouco mais de uma década.
Mas o seu pior erro, Senhor Engenheiro, foi ter escolhido para artífice das iniquidades que subjazem à sua política o ministro Campos e Cunha, que não teve pruridos políticos, morais ou éticos por acumular aos seus 7.000 Euros de salário, os 8.000 de uma reforma conseguida aos 49 anos de idade e com 6 anos de serviço. E com a agravante de a obscena decisão legal que a suporta ter origem numa proposta de um colégio de que o próprio fazia parte.
2.º Quando escolheu aumentar os impostos, viu o défice e ignorou a economia. Foi ao arrepio do que se passa na Europa. A Finlândia dos seus encantos , baixou-os em 4 pontos percentuais, a Suécia em 3,3 e a Alemanha em 3,2.
3º Por outro lado, fala em austeridade de cátedra, e é apologista juntamente com o presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, da implosão de uma torre ( Prédio Coutinho ) onde vivem mais de 300 pessoas. Quanto vão custar essas indemnizações, mais a indemnização milionária que pede o arquitecto que a construiu, além do derrube em si?4º Por que não defende V. Exa a mesma implosão de uma outra torre, na Covilhã ( ver ' Correio da Manhã ' de 17/10/2005 ) , em tempos defendida pela Câmara, e que agora já não vai abaixo? Será porque o autor do projecto é o Arquitecto Fernando Pinto de Sousa, por acaso pai do Senhor Engenheiro, Primeiro Ministro deste país?
* Por que não optou por cobrar os 3,2 mil milhões de Euros que asempresas privadas devem à Segurança Social ?* Por que não pôs em prática um plano para fazer a execução dasdívidas fiscais pendentes nos tribunais Tributários e que somam 20 mil milhões de Euros ?* Por que não actuou do lado dos benefícios fiscais que em 2004significaram 1.000 milhões de Euros ?* Por que não modificou o quadro legal que permite aos bancos, queduplicaram lucros em época recessiva, pagar apenas 13 por cento de impostos ?* Por que não renovou a famigerada Reserva Fiscal de Investimento que permitiu à PT não pagar impostos pelos prejuízos que teve no Brasil, o que, por junto, representará cerca de 6.500 milhões de Euros de receita perdida ?A Verdade e a Coragem foram atributos que Vossa Excelência invocou para se diferenciar dos seus opositores.

QUANDO SUBIU OS IMPOSTOS, QUE PERANTE MILHÕES DE PORTUGUESES GARANTIU QUE NÃO SUBIRIA, FICÁMOS TODOS ESCLARECIDOS SOBRE A SUA VERDADE.
QUANDO ELEGEU OS DESEMPREGADOS , OS REFORMADOS E OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS COMO PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE COMBATE AO DÉFICE, PERCEBEMOS DE QUE TEOR É A SUA CORAGEM.

Santana Castilho (Professor Ensino Superior)"


(via e-mail)

terça-feira, outubro 24, 2006

Parabéns Pai








Na altura, eu pensava que não queria herdar de ti outras partes proeminentes do rosto...

















Acabei por herdar também algum jeitinho para conduzir, entre outras coisas boas e menos boas.














Mas, no final das contas, "I LOVE DADDY"

sexta-feira, outubro 20, 2006

Ó mãe, desculpa lá

Para a próxima, instruo a tua neta para não falar alto, não correr, permanecer sentada e bem comportada a pintar ou escrever, e, sobretudo, NUNCA, mas NUNCA, fazer ballet com a amiga na tua imaculada casa...

Para que possas ter uma tarde descansada.

quinta-feira, outubro 19, 2006

Poluição

A hora de almoço é aproveitada ao minuto. Não para almoçar, mas para respirar.

(sacana de feitio... acabei por gozar só 65 minutos dos 90 que me concedem...)

terça-feira, outubro 17, 2006

B, controla-te

Não podes desatar a comprar tudo o que te apetece para compensar dias como este...

E no outro dia já perdeste a cabeça quando compraste o das receitas do Jamie...

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Tá bem que gostavas de ter o livro, mas são 40 dólares, porra!!

Tenho

... que agarrar o touro pelos cornos.

Antes que vá aos cornos a alguém.

sexta-feira, outubro 13, 2006

Mimos & Refogados


Punha-te na minha cozinha, deixava-te "criar", depois mimava-te a pontos de te fazer uma massagem nos pés com óleos perfumados...
Era mesmo capaz de me apaixonar por ti. Ou por qualquer homem que cozinhasse para mim.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Por falar em dilemas

A sensação que tenho é que sou o burro a quem estão a acenar com uma bela, rechonchuda e reluzente cenoura. Não sei se a trinque ou se me deixe arrastar pelos broncos que conduzem a carroça.
O passo é grande e o risco ainda maior. E a expressão "quem não arrisca, não petisca", nunca se aplicou tão bem. Mas "quem tudo quer, tudo perde" também é adequada.
E será que estou disposta a empenhar a minha vida nos próximos 3 anos, pelo menos, abdicando do tempo livre de que disponho para mim e para os meus? Será que devo voltar à actividade de que desisti há 4 anos porque já não aguentava o cansaço, a entrega, a rotina e as obrigações?
Mas, por outro lado, como posso voltar a cara a uma oportunidade destas? Em que, de bandeja, me entregam uma das mais bem sucedidas pequenas empresas de Lisboa?
E quantas mais oportunidades vou ter de sair daqui?
E amanhã é dia de jackpot do Euromilhões... sim, porque só se for assim...

quarta-feira, outubro 11, 2006

Começo este ou escolho outro?


Abrir o livro e deparar, logo na primeira página, com "Bóston", faz-me perder a pica toda...

terça-feira, outubro 10, 2006

Vício

Anti-social Assumida

segunda-feira, outubro 09, 2006

Omeletes e (cabeças de) alho chocho


É suposto que faça um relatório daquilo que não organizei, dos contactos que não fiz, da organização que não foi minha...
Aliás tenho suficiente memória visual para fazer o relatório de uma iniciativa, só por aquilo a que assisti.
E quando for para colocar dados quantitativos, inventa-se (ordens da letrada minha chefe).
Mas como sou má cozinheira, e omeletes, nem com ovos, quanto mais sem, alguém que ganha melhor que eu que faça o que lhe pagam para fazer.

sexta-feira, outubro 06, 2006

Sozinha em casa

Passado o stress de falar em público, dei-me ao luxo de descomprimir e gozar a ponte que a Sra. Presidente de Câmara deu.

Lazer total e absoluto.

Sozinha em casa, com estes "enfiados" nos ouvidos todo o dia...

terça-feira, outubro 03, 2006

Ainda estou para perceber...

... como é possível fazer de conta que se lidera, não tendo a mínima qualidade para o fazer?
... porque é que os cartões de militante fazem milagres mais improváveis que os da Nossa Senhora de Fátima?
... (a propósito de religião) porque tenho que ensinar o Padre Nosso ao Vigário?
e, com todo o stress que isto me suscita,
... como é que não tenho um acidente todas as manhãs na Vasco da Gama?

segunda-feira, outubro 02, 2006

Eu não acredito em bruxas

Mas porque carga de água, a 48 horas da conferência do Dia Mundial do Animal, em que sou uma das oradoras (socorro!!!), o meu horóscopo semanal dizia isto?
"If you are attending a meeting on Wednesday, you need to check any information received and any that you share. It will be too easy for mistakes to be made, and this could create a lot of unnecessary confusion."
No comments...

quarta-feira, setembro 27, 2006

Correntes, mas sem algemas

E só porque alguém me lançou o desafio, aqui vai (correndo o risco de ser uma verdadeira baralhação, tão pouco é o tempo para pensar no que estou a escrever)

A Alcochete (nova e cada vez maior paixão), Animais (a maior parte da minha vida), Alfredo avô (sempre)
B Bruce e Boris (os meus gatos), Ben (do cão que ainda não tenho), Black e Betterman (incontornáveis)
C Cerveira (para onde hei-de fugir um dia), Cirurgia (o que mais me dá gozo fazer)
D de "Dai-me pachorra para aturar isto!"
E Egipto (ou A Viagem)
F de 2/3 da minha vida
G Gatos, não vivo sem eles
H de Henrique, ou o nome do filho que não tive
I Inês, a minha vida
J o meu nome do meio
K de NoKas, o nick da minha krida gorda
L de Ler
M Mesquinhice, Mentira e Medo(tudo coisitas janotas)
N de Nunca, a palavra que aprendi a não dizer (e dos desejos que não vou concretizar)
O de Oportunismo, que combina com pobreza de espírito
P de Pearl Jam, o ponto mais alto das férias e meus companheiros de todos os dias, de Paris (o eterno fascínio)
Q de Quim, o empregado ruivo da Pastelaria Chamel, que me dava beliscões nas bochechas
R de Renascer (o que mais gostava que me acontecesse)
S de Samouco, onde aprendi a saborear o tempo, de Swatch (no meu pulso agora e sempre)
T de Tiques que me irritam mas que não me largam (lavar a loiça, fazer a cama antes de sair, nem que esteja atrasada...)
U de U2, porque sim
W de meia meloa virada ao contrário
V de Veterinária
Y de NY (hei-de lá ir, ah pois hei-de)
X de Xavier, porque gosto tanto do nome, que tanto o poria a um filho como a um gato :)
Z de zás, trás, pás que já está!

E como isto das correntes já dura há bastante tempo, vou quebrá-la e não cumprir a tradição de "prender" outros.

terça-feira, setembro 26, 2006

Há mudança no ar...


... e, ou bem que me apresso, ou perco o comboio.

quinta-feira, setembro 21, 2006

A vida como ela é, aos 11 anos

A I. resolveu, no 3º período do 5º ano, que queria mudar de escola. Depois de grande indecisão quanto à escolha, inscrevi-a numa escola de Odivelas, perto do meu emprego, dos avós e na mesma turma que uma amiguinha dela de há vários anos.
O papão da escola pública assustava-a periodicamente. Para alguém habituado à redoma do ensino privado, era algo de escuro, tenebroso até. De vez em quando perguntava-me coisas do género: "Achas que alguma das meninas da turma está grávida?"; "Será que me roubam as coisas?"; "E o que faço se me quiserem bater?"; "Eles fumam?". Tentava acalmá-la com argumentos muito lógicos para mim, mas difíceis de interiorizar por ela, como o facto de nem a gravidez, nem o tabaco, serem contagiosos.
Dia 15 foi a apresentação, que correu muito bem e excedeu todas as expectativas (dela e minhas). Que os colegas eram muito simpáticos, que as professoras também, que já não precisava de andar vestida à "betinha" (aliás, quanto mais rota, mais fixe).
Esta semana tem sido a doer. Anda cansada porque o ritmo mudou e a adaptação a um meio novo obviamente exige esforço.
Mas é giro vê-la entusiasmada a contar as peripécias que se passam na aula. E as personagens, umas mais marcantes que outras, que agora lhe preenchem os dias:
- O Eduardo, 2 anos mais velho porque já chumbou 2 vezes, à conta de uma família instável, que não o apoia e só lhe tem trazido dissabores; o mesmo que vive com os tios e que lhe disse, logo no 1º dia, que o irmão era toxicodependente (tipo cartão de visita);
- a Yana, menina-prodígio ucraniana que, segundo a I., fala português perfeito;
- o Elói, que é "monhé (desculpem-me o termo), mas muito sossegadinho";
- o Ladislau Estanislau (juro!!), africano com uma dose enorme de rebeldia misturada com humor, que faz que não o levem a sério quando diz que vive numa pocilga;
- a Beatriz, de pêlo na venta, respondona e refilona, que quando me conheceu perguntou logo "És a mãe da nova?" e "Que número calças?" LOL!
Ontem à noite bateram-lhe as saudades da escola antiga. Chorou pelos amiguinhos que ficaram para trás e que já conhecia desde os 3 anitos...
Mas hoje já estava recomposta. E é sempre bom começar o dia com a ajuda do Eduardo, que prontamente se ofereceu para lhe carregar a mochila.
Benvinda ao mundo real!

terça-feira, setembro 19, 2006

Por falar em tempo


mais propriamente na falta dele, ali a área representada pela cama, está-me a parecer estreita demais (ou será que a cama de casal passou, sem aviso prévio, a cama de corpo e meio?). O sofá pura e simplesmente desapareceu.
Pelo contrário, a minha secretária esticou-se a pontos de parecer uma mesa de baptizado ou casamento.
O computador agigantou-se a ecran de cinema.
3 semanas de férias dão nisto.

sábado, setembro 02, 2006

Queria

agarrar os dias e prendê-los no tempo

sexta-feira, agosto 25, 2006

Até dia 18 de Setembro

Pode haver tempestade, pode rebentar 1 bomba ou várias debaixo da minha secretária, podem adoecer todos os cães e gatos do município e arredores...

... never mind

Até dia 18 de Setembro estou nas Termas de Samouco Sur Mer, Resort & SPA.

Com intervalo dia 5 às 21.00 H para cantar a plenos pulmões

"I know someday you'll have a beautiful life

I know you'll be a star

In somebody else's sky

But why, why, why

Can´t it be

Why can´t it be in mine"

Não fosse o vício e nem vinha espreitar o blog...

quinta-feira, agosto 24, 2006

I know someday you'll have a beautiful life

Pearl Jam - Black



Dia 5 estou lá

quarta-feira, agosto 23, 2006

Mark Greene


Chorar pela morte de uma personagem de ficção é perda de tempo.
Mesmo que essa personagem seja o retrato de um médico cuja degradação provocada por um tumor cerebral conduza à inevitável perda de faculdades, plenamente reconhecida e esperada pelo próprio.

Talvez tenha chorado porque esse é o meu medo mais terrível.

terça-feira, agosto 22, 2006

O fim da picada


Quem passasse ontem à noite nas traseiras da minha casa, conseguia vislumbrar através das ripas das portadas, alguém de shorts, em cima de um sofá, de pano na mão, insistentemente a tentar acertar nestes malditos alvos em tudo o que era parede.
Quais redes nas janelas, quais quê! Cá pra mim elas descobriram a forma de entrarem pelo buraco da fechadura...
(Bruce e Boris: amo-vos de paixão, mas a partir de hoje vamos aderir ao aparelhinho "uma pastilha, um difusor, liga-se à corrente e já está")

segunda-feira, agosto 21, 2006

quinta-feira, agosto 17, 2006

Olívia costureira/Olívia patroa

Quando fiz o teste vocacional para entrada na faculdade, fui considerada "apta" para quase todas as áreas. A ânsia de entrar era tanta, que preenchi as (salvo erro) doze opções de faculdades e acabei por entrar na 4ª.
Isto para dizer que gosto de fazer um pouco de tudo. Onde trabalho, costumavam "acusar-me" de absorver funções que poderia delegar noutros, porque enquanto delegava e não, já estava feito.
O pior é que se habituam...
Em Março houve remodelações de fundo e fui despromovida. Ou seja, deixei de ter a trabalhar comigo a equipa habitual. Em resultado disso, uma estrutura que funcionava anteriormente com 5 pessoas, passou a ser gerida com 2.
Como uma delas é basicamente virtual (não importa porque razões), é suposto que, sozinha, assegure atendimento ao público, consultas, vacinação e cirurgias dos animais do público, contabilidade, trabalho administrativo e afins.
E não é que me importe. Cansaço e modéstia à parte, considero-me até bastante capaz e desenrascada para o fazer.
Mas daí a exigirem-me que enfie a vassoura no cu e vá varrendo, enquanto outros se limitam a contemplar do alto da sua secretária até onde vai o efeito da hierarquia e do "poderzinho conquistado" (leia-se, atribuído pela militância) ... BARDAMERDA, SIM???????!!!!!!!!!!
(o que eu não dava para ir a este sítio, sugerido por e-mail)

quarta-feira, agosto 16, 2006

Santa Inocência

Amiga da I. (7 anos) durante uma "ceia" em casa dos pais dela, onde também estávamos nós:
"- Os adultos não dizem "sexo""
"- Então dizem o quê, B.?"
"- Dizem f...r."
Outra amiga (9 anos) da I., como que para superar a gracinha da primeira:
"- No outro dia, a minha mãe apanhou-me na internet a ver o site do sexo, na altura em que estava uma mulher a chupar a pila do marido..."
Coitados dos pais da B. Tomaram eles uma cova de sete meios de profundidade para se enfiarem.

segunda-feira, agosto 14, 2006

sexta-feira, agosto 04, 2006

Fui

Confissões de mãe para filha

É giro quando se invertem os papéis. Foi o que aconteceu hoje. Sem mais nem menos, sem aviso, fui confidente da minha mãe.

Mostrei-lhe que é uma mulher livre, descomprometida, e que nada nem ninguém pode influenciar ou criticar-lhe as escolhas de vida.

40 anos de vida em comum deixam muitas marcas. São o travão de um futuro de felicidade. E o agarrar desesperado aos momentos de felicidade, poucos, que esses anos trouxeram, fazem-nos prescindir de uma vida, talvez não de amor, mas de companheirismo.

Ou talvez realcem a importância das qualidades e a irrelevância dos defeitos.

Mãe: escolhas um futuro de calma, tranquilidade e amizade, ou o resto da vida com o meu pai, tens todo o meu apoio.

quarta-feira, agosto 02, 2006

Preciosidades da língua portuguesa

"- É provável que seja um abcesso do dente carniceiro, ou 4º molar superior. Provavelmente tem que ser extraído.
- Sim, a dra. da outra vez já tinha falo disso."
"Falo"??!! Mas eu falo em termos fálicos??
(assim como havia a outra que dizia que trazia o cão por um cargo de consciência...)

terça-feira, agosto 01, 2006

Espectáculo!!

Um telefonema inteiro sem discutir com a minha mãe uma única vez! "beijinhos, até logo" para finalizar!

Tou mesmo crescida (alguém diria)

A galinha da vizinha...

E isto dos galináceos não tem nada a ver com a história, tirando o tema da vizinhança...
Tenho um vizinho que se tornou visita da casa há 3 ou 4 meses. Simpático, prestável, boa onda.
O vizinho tem mulher e filho, mais ou menos da idade da I. Só circunstâncias que tornariam a convivência agradável.
Mas...
... e o "mas" é obra minha; está-me no sangue, no cérebro ou noutro local qualquer, a mania de ver para além da figura, e sentir aquilo que é imperceptível para os demais. Costumam brincar comigo porque "elas vêm no ar e eu já as estou a apanhar".
O tal vizinho, na primeira visita lá a casa, comenta, sem ninguém lhe perguntar, que o olho negro da mulher foi uma queda na escada do quintal...
Nessa mesma visita leva meia dúzia de filmes para ver... até hoje e já lá vão 3 meses.
Pede-me a única coisa que me faz encolher: um livro emprestado (peçam-me tudo, mas livros, só a quem conheço e bem).
Nas festas da terra, em patuscada onde estava mais de uma dezena de vizinhos e respectivas famílias, volta a comentar com a mulher que o olho dela está menos inchado, ao que ela responde que é um treçolho (e não, não era o mesmo olho da outra vez). Quando o filho mostra vontade de comer qualquer coisa, um simples olhar do pai é dissuasor.
Passou a ser companhia assídua nas noites de Verão, a pontos de me enjoar tanto convite para café e caipirinha.
Andava a preparar uma surpresa em forma de quadro para o meu aniversário, com a conivência de quem vive comigo. A intenção era a melhor (pelo menos de quem lhe encomendou a "obra"), mas caiu-me mal a forma como fui retratada. Sem culpa para o pintor, que não o ter reforçado aquilo que acho serem as minhas "fealdades".
A gota que fez transbordar o copo da minha desconfiança surgiu por acaso, após um pontapé que devia ter sido numa bola e acabou por partir o dedo do guarda-redes. Coincidentemente, depois de lhe termos recusado um convite para almoçar, porque já tínhamos combinado almoço com outro dos nossos vizinhos...
E aquele ar de tristeza na cara da mulher, tipo burqa, não sei, não.
Manias? Talvez...

segunda-feira, julho 31, 2006

Do enfado e doutras histórias

Agosto chega mole e sem brilho.
O calor torna-nos peganhentos e lânguidos.
Contagem decrescente para o decrescer dos dias e o chegar do mês mais triste do ano, Setembro.
Já não consigo estar aqui. Nada me motiva, não há estímulo profissional que agite o dia-a-dia.
Conto os minutos para chegar a casa.
Conto os minutos quando estou em casa.
Não quero voltar para cá.
Contagem decrescente para o fim desta semana e as férias (?), que não quero, que não planeei, mas que me afastam disto. Erase absoluto de tudo o que diga respeito ao que antigamente era o sal da minha vida.

quinta-feira, julho 27, 2006

MASCAGANDALATA!

E deve ser mesmo um bidon de 50 litros, onde caibam os 19.000 euros que o Scolari recebeu dos CTT para fazer uma palestra de 45 minutos (!!) sobre o espírito de grupo.

E anda uma gaja a atender munícipes de baixos recursos e a fazer borlas a quem não pode pagar, enquanto outros enchem o bidon...

quarta-feira, julho 26, 2006

No rescaldo de ontem

1 desilusão
1 surpresa de ir às lágrimas
pequenos mimos
desconforto q.b., crescente a seguir ao almoço
o jantar da praxe, mas sem as crises do costume

valeu

terça-feira, julho 25, 2006

38X365

+ uns trocos por causa dos bissextos
= quase 13.900 dias...

ufa...

sexta-feira, julho 21, 2006

A ver-me ao espelho

Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar amanhã,
amanhã

Hoje eu vou fugir para não me dar a vontade de ser tua
Só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar amanhã,
amanhã, amanhã

(não gosto da música, mas o refrão é a minha cara, hoje, pelo menos)

quinta-feira, julho 20, 2006

Fantasia

"O que torna uma fantasia interessante, é a hipótese de algum dia ela se vir a realizar. Se essa hipótese não existe, torna-se uma treta."

(Catherine Willows, uma das personagens do CSI Las Vegas)

terça-feira, julho 18, 2006

Benzo-o...

(conversa telefónica)

- O meu cão está com uma hemorragia nasal muito intensa e precisa de ser visto com urgência.
- Mas a hemorragia começou quando?
- Há mais ou menos uma semana.
(urgente, pois claro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
- Pode vir amanhã entre as 9.30 e as 12.30 H. É por ordem de chegada.
- Com certeza. Não se importa de me indicar qualquer coisa para lhe estancar o sangue?
- Pode tentar com água oxigenada como se faz aos miúdos, mas como as narinas dos cães são estreitas, talvez fosse melhor começar medicação anti-hemorrágica. Eu dou-lhe o nome do medicamento e vai comprar à farmácia.
- Ah, não pode ser, não tenho dinheiro para ir comprar nada.
- Então, mas como é que espera que o animal seja tratado? Olho para ele e benzo-o?!

segunda-feira, julho 17, 2006

Afinal de quem é a culpa??














Minha, claro:
1º Cheiro a bicho
2º Tenho pernas
3º Pus as pernas debaixo da mesa
4º As calças estavam lavadinhas e eram verdes (o que é sempre mais atractivo para um gato macho lançar um jacto de urina)
5º Em cinco pessoas presentes, eu era a única que tinha um letreiro luminoso a passar na testa, tipo "fatiguem-me"

Só pode.

Acho que tudo se mantém (pronto, lavei as calcinhas e mudo de roupa todos os dias), mas o que mais me incomoda é o letreiro. Não há meio de conseguir tirar aquilo da testa. E o pior é que há sempre alguém que aproveita. E não é bicho, que esses ao menos fazem-no por instinto...

sexta-feira, julho 14, 2006

Ontem foi excepção

Estive off, sim, mas mais ou menos assim:


20 minutinhos com não sei quantas agulhas espetadas, para ver se estimulo determinados "pontos" e respectivos "meridianos". E não doeu nada! Espantoso...

De manhã acordei outra. Sem celulite, nem fobia de andar de avião, nem enxaquecas, nem insónias.

Outra, mesmo. Só me faltam os olhos em bico.

Yin e Yang, percebem?

quinta-feira, julho 13, 2006

Ritual de fim de tarde

Há quem chegue a casa e descalce os sapatos para enfiar chinelos ou pantufas.

Há quem acenda incenso.

Há quem prefira beber um uísque antes do jantar.

Há quem vá até ao ginásio libertar adrenalina.

(Por falar em adrenalina) Eu não dispenso a companhia deste senhor.


(religiosamente às 18.40 H, todos os dias, estou off)

There Are No Little Secrets

The man who said 'I'd rather be lucky than good’ saw deeply into life. People are afraid to face how great a part of life is dependent on luck. It's scary to think so much is out of one's control. There are moments in a match when the ball hits the top of the net and for a split second it can either go forward or fall back. With a little luck, it goes forward and you win…or maybe it doesn’t, and you lose.

terça-feira, julho 11, 2006

Ansiedade de separação III

SMS guardada nos rascunhos, para enviar na noite em que era suposto a I. ter ficado no campo de férias:
"Um dia vais perceber que estamos a fazer isto porque gostamos muito de ti. Também queríamos que estivesses aqui, mas vais ver que é melhor assim.
Beijinhos
Mãe&Pai"
Não foi enviada e não cheguei a dizer-lhe, já em casa, que gosto muito dela.

Ansiedade de separação II

Eu sabia...

Chegados a casa às 11 da noite, depois de um dia esgotante, física, mas sobretudo, emocionalmente.
No final, um enorme vazio. A sensação de falha absoluta e total.

segunda-feira, julho 10, 2006

Ansiedade de separação

Quando a I. tinha 18 meses, precisamente quando se considera que os bebés são "anti-sociais", fui obrigada a deixá-la num infantário, por motivos de força maior. Entenda-se "força maior" as expressões de contrariedade, cansaço extremo e favor, que aguentava diariamente aos meus pais.
A consequência imediata de a ter separado do ambiente, apesar de tudo, confortável, da casa dos avós, foi uma diarreia cinzenta e líquida durante um mês, que quase a levava à desidratação.
Por contingências da vida, até aos 6/7 anos de vida da I., o tempo que os pais tinham disponível para ela limitava-se às noites (depois das 8 e meia) e às tardes de Sábado e Domingo.
Tudo isso me levou a fazer opções drásticas na vida, desde acabar com o negócio privado que me dava um segundo ordenado, até mudar de casa para "longe", com o único objectivo de lhe poder proporcionar MAIS.
O mesmo objectivo com que tento ceder aos desejos dela sem os tornar caprichos, procuro dar-lhe oportunidades de convivência com outras miúdas da idade dela, coloco-me na faixa etária dela para a tentar compreender.
Hoje é um dia difícil. Depois de várias tentativas de saber em concreto se ela queria ir ou não e de uma desistência tornada inscrição à última hora, lá foi para um campo de férias. Onde é suposto ficar até dia 19. O fim de semana, que devia ter sido de expectativa e excitação, foi de saudades antecipadas e renitência extrema em ir.
À despedida, não sei se ela se preparava para a forca ou se era eu que tinha a cabeça no cepo.
Já chegou e telefonou, queixando-se do quarto, do sítio, do tempo, de tudo...
Próximo capítulo: saída disparada de Lisboa a caminho da Praia Azul para a devolver ao nosso regaço.
Apostam?
No meio de tudo o que disse, alguém me ajuda e descortina, para além do óbvio, onde foi que eu errei?

sábado, julho 08, 2006

Parada nupcial

"Os gestos são sinais silenciosos. O pavão macho, tímido por natureza, atrai a fêmea exibindo as suas magníficas penas da cauda. Dá voltas lentamente em torno da fêmea e faz vibrar o seu leque com um zumbido característico. O pombo persegue a fêmea exibindo o pescoço e arrulhando longamente. Os camaleões são capazes de comunicar o seu estado de espírito; quando estão zangados mudam a sua cor para uma tonalidade negra."
(retirado de uma qualquer página da net pescada ao acaso no Google)

Ok, eu sei que isto são bichos.. e nós, que somos tão ou mais irracionais que eles, porque os imitamos?

sexta-feira, julho 07, 2006

É mesmo disto que estou a precisar




















(Qual autorização da Câmara, qual quê?! Mas o quintal é meu ou é terreno municipal, hein??)

quinta-feira, julho 06, 2006

Bolas





No Domingo "parlo" italiano.


Alessandro del Piero

(até porque a Itália tem uma história milenar que é preciso respeitar e monumentos fantásticos para admirar...)

quarta-feira, julho 05, 2006

Flor? Bela? Quem disse??

A I. passou de ano.
Como é da praxe, perguntou-se-lhe qual a prendinha que ela ia querer, não que eu seja muito apologista desse tipo de recompensa, mas porque ela é desmotivada o suficiente para que todos estes estímulos sejam necessários.
A resposta foi imediata: "O CD da Floribela"
Ontem viemos a ouvi-lo no carro... (volta, música PIMBA, estás perdoada)
Tão mau, tão mau, indescritível...
Claro que tive que ouvir "olha, mãe, os U2 também cantam mal!" (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)

segunda-feira, julho 03, 2006

(Fatalmente) instintivo...

Pois estive de férias, sim. Num país do Magreb, supostamente o que melhor acolhe os turistas, segundo o guia American Express.
Tangas...
Se melhor acolher os turistas é não mudar as toalhas e os lençóis do quarto e oferecerem-nos "a british breakfast" do melhor, onde não faltava nada, nem moscas, dispenso o tratamento de eleição (Egípcios: quem vos chamou "porquinhos" - embora carinhosamente - há 2 anos, está neste momento a fustigar-se violentamente e com umas saudades imensas de ouvir "habibi"...).
Mas adiante. A experiência valeu pela mudança de ares, pela praia e pelo aspecto de saúde que um bom "bronze" dá.
É inevitável que repare nos animais que dambulam pelas ruas, esteja onde estiver. Na Tunísia não faltam gatos à vontade na rua, em geral bem tratados e acarinhados.
Como não resisto a bichos, toca de chamá-los quando estava com mais 4 pessoas sentada numa esplanada, a fumar chicha e a beber chá de menta.
Não me ligaram peva.
Pensava eu...
Às tantas, sinto um calor estranho a percorrer-me o terço final da perna direita.
Marcação de território, pura e simples. Em 5 pessoas, quem havia de ser A Escolhida??
("gostas de animais, aguenta!")