sexta-feira, dezembro 22, 2006

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Em cheio

Como irritar os "Leão"

Tenta ensinar-lhes alguma coisa que eles não entendam e ri-te no final, como se fossem completos ignorantes.
Ignora-os.
Esquece o nome deles e pergunta "Repete lá: qual é o teu nome?".
Em público, não os apresentes às pessoas importantes.
Goza com o seu gosto, a sua elegância, a sua aparência.
Quando dramatizarem um situação, ri-te quando o caso for triste, e faz caretas quando contarem uma piada.
Quando ele(a) perguntar após ....: "Foi bom para ti?" responde "...mais ou menos", ou, "já tive melhores".
Não prestes atenção às suas histórias e depois diz: "Desculpa, nem ouvi o que estavas a dizer".
Tira-os de cena, dizendo- "Depois falas tu, tá? "
(via e-mail)

terça-feira, dezembro 19, 2006

Quem se picar, que se acuse

Parabéns! Benvindo ao clube dos 38's!

(atarefado, sem tempo, cheio merdas para resolver, nem vai reparar, já sei)

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Paz e amor

Alguém de direito se importa de alterar a quadra natalícia, de modo a que a gente possa comemorar (sei lá o quê) para aí em meados de Junho, a beber uns refrescos e a comer uma pratada de caracóis, com umas palmadas nas costas de quem nós temos realmente o prazer de ser amigos, de preferência numa esplanada à beira Guincho, por exemplo, a levar em cheio nas trombas com o Sol de fim de tarde??
Assim poupávamos estas correrias de compras hipócritas e telefonemas de circunstância e a mim não se me punha esta neura e esta dor de cornos, por ter que aguentar os amoques da minha querida família, que, nesta altura do campeonato, já se apetrechou de argumentos mesquinhos e manobras comportamentais para tornar a última quinzena do ano no inferno do costume.
Pode ser?
Agradecida.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Vantagens da profissão


Como dizia uma colega minha que me enviou esta prenda, ainda dizem que trabalhar com animais não é excitante. Depende dos animais...

quarta-feira, dezembro 13, 2006

Pai

Olha a prendinha que eu te vou dar:











(rica ideia)

terça-feira, dezembro 12, 2006

Bimba? Com muito gosto!

Faz hoje quinze dias que te conheci. Não dei meio tostão furado por ti até te ver a trabalhar. Achei que não te iria estimular a pontos de funcionares tão bem, sendo eu a dar as ordens.
E não é que, em quinze dias, já variei mais almoços, lanches e jantares que em quinze meses?!
Bifinhos de cebolada, Strogonoff, scones, Bolo Rápido, Bolo Mármore, Lasanha, Lombo à Mari Carmen, favas guisadas com entrecosto, doce de abóbora, arroz malandrinho de tomate, rolo de carne...
Bendita a hora em que fui tentada.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Kalinadas

Os pêros de que a I. mais gosta: Bravo Moscovo...

(quem não entendeu a piada, nunca provou uma maçã Bravo de Esmolfe)

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Não ouvem? A mim não me sai da cabeça


and so it is
just like you said it would be
life goes easy on me
most of the time
and so it is
the shorter story
no love no glory
no hero in her skies
i can't take my eyes off of you
and so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time
and so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial
i can't take my eyes off of you
did I say that I loathe you?did I say that I want to
leave it all behind?
i can't take my mind off of you
my mind
'til I find somebody new

terça-feira, dezembro 05, 2006

Na mosca!

No aeroporto de Schipol, em Amesterdão, os quartos de banhos são imaculados. Os azulejos estão limpíssimos, em particular as juntas, onde normalmente se acumula sujidade. Estes quartos de banho poderiam servir para uma sala de operações de tão assépticos! Todavia, ninguém repara nisso. Porquê? Porque cada urinol tem uma mosca lá dentro e é nisso que todos reparam...


Mas um olhar mais próximo revela que não se trata de uma mosca verdadeira e sim de um desenho incrustado na cerâmica do urinol num ponto estratégico. Investigações feitas nesta área (?) provaram que os homens tentam atingir a mosca ao mijar e isso reduz em cerca de 80% os salpicos para os lados! Dá que pensar... É o que se chama pomposamente controle de processo...

(via e-mail)

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Ufa

Agora que respiro de alívio, tenho que confessar que, apesar do meu estado aparentemente normal, passei uma noite de cão, literalmente, com voltas e voltas na cama e sem pregar olho. Para ajudar à festa pôs-se-me uma dorzinha de cabeça, daquelas que prenunciam enxaqueca, prontamente contrariada para não se armar em chica esperta.
Faço n destas coisas, mas é sempre pior quando são cadelas da família.
Para quem ainda não percebeu, é a questão da responsabilidade ser maior perante quem confia em nós.
(ainda ontem, na Anatomia de Grey, se falava da questão da responsabilidade e do "complexo de Deus"... engraçado)

quinta-feira, novembro 30, 2006

Pensavas que escapavas...

PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!


nunca menosprezes a minha memória! :)

quarta-feira, novembro 29, 2006

Apanhaste-me

Sucumbi ao teu charme.
(o melhor bacalhau com natas da minha vida, preparado em 15-minutos-15)

terça-feira, novembro 28, 2006

Por acaso tenho cara de padre?!

Então, porque é que olhas para mim, ansiosa pelo meu amen, sempre que te sais com uma das tuas brilhantes, inovadoras e pioneiras ideias??!

segunda-feira, novembro 27, 2006

Tou de desejos









... por ordem crescente de vontade.

Tu aí, ó Pai Natal, enquanto despejas bolas, fitas e árvores de Natal por tudo quanto é centro comercial, vê lá se largas qualquer coisita à passagem lá por casa. Ah, e escusas de esperar um mês, porque Natal é quando uma mulher quiser (e eu quero agora, boa?). Mas caladinho, que "We wish you a Merry Christmas" e outras que tais já irritam.

Tomar ou não tomar

Para situações de enxaqueca iminente, foi-me receitado um medicamento orodispersível, ou seja, que se coloca por cima da língua e se deixa dissolver.

Na listinha de efeitos secundários do dito, está, entre outras coisas agradáveis como angina de peito e diarreia sanguinolenta, a hipótese de um ataque cardíaco subsequente à toma (!).

Resultado: tomo este e arrisco-me a ter que pôr outro por baixo da língua, daqueles que me habituei a ver a minha avó utilizar quando lhe dão os "apertos"...

E ainda estou a ver a cara da farmacêutica quando me disse: "As suas melhoras. Deve andar mesmo aflita, que estes medicamentos são fortes..."

Em suma: entre a cabeça e o coração venha o diabo e escolha.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Quando for grande quero ser médica de clínica geral

Para já são muito bem pagos.
9 euros por uma consulta de 3-minutos-3, é muito euro à hora.
Não levantam o cuzinho da cadeira. O estado clínico do paciente é avaliado pelo método mais artesanal possível, o olhómetro.
Em duas ou três perguntas diagnosticam o problema. Com duas ou três respostas chegam a conclusões brilhantes ("O que a Sra. tem é enxaqueca"... "a sério?? não me diga!!").
Os exames anteriores não servem para nada, mas não é por isso que nos mandam fazer mais. Ou seja, a TAC feita há 1 ano estava normal, portanto qualquer tumor, aneurisma ou outra patologia cerebral que eu esteja a desenvolver agora, é perfeitamente irrelevante, a não ser quando a emergência de um coma, por exemplo, me leve a pagar mais 9 euros. Isto se conseguir ir à consulta pelo meu pé.
Por fim, gostam sempre de se mostrar paternalistas perante a minha profissão:
"- Qual é a sua ocupação profissional?"
" - Sou médica veterinária."
"- Ah! Colega, portanto!"
"- Pois, não, nem por isso"
Irra! Sua colega??
Fique sabendo que os meus clientes são vistos da ponta do focinho à ponta da cauda, literalmente; pagam-me muito menos que 180 euros/hora; não dão facilidades tipo pergunta/resposta; sujeito-me a ser agredida quando apalpo - sim, porque apalpo - com um pouquinho mais de intensidade; têm pulgas e outros parasitas externos, e não é por isso que deixo de lhes mexer; recebem receitas que se coadunam com a avaliação do estado geral que lhes fiz, e não por mero palpite.
Boa??

terça-feira, novembro 21, 2006

Zonza mas não tanto

A gente deseja certas coisas , porque inconscientemente acha que não se irão concretizar.
Ou melhor, não se dá o devido valor aos problemas até darmos de caras com eles. 1 dia de molho, ainda vá que não vá, agora 2... Mau...
(ao menos podia ter sido um dia de semana, em vez de um Domingo. Bolas)

quinta-feira, novembro 16, 2006

Porteiros em bicos de pés

É costume dizer-se que é mais importante conhecer o porteiro da empresa do que o gerente.
Se dermos com um porteiro simpático, ele faz-nos a visita guiada ao edifício, sem precisar de autorização de ninguém e exercendo de livre forma o seu poderzinho.
Se o indivíduo for antipático, há-de colocar tantos entraves que, nem que sejamos irmãos do gerente, conseguimos entrar.
Aqui pelo burgo, abunda gente que exerce a sua "autoridade" tipo porteiro em bicos de pés. Ocupam os lugares não por mérito ou competência, mas pelo nº e antiguidade de cartão de militante. Têm na maior parte dos casos licenciaturas em cursos tipo Direito; daqueles fura-vidas aceites para qualquer tipo de lugar, que, de tão "generalistas", não sabem fazer nada. E pior, acham que fazem melhor que todos. Alternam constantes atropelos na gramática com total falta de carácter e compensam os seus limitados conhecimentos com o uso indiscriminado da expressão "processo disciplinar".
Qualquer lapso, engano ou falta de zelo de um funcionário, é brindado com blá, blá, blá, processo disciplinar.
Por este andar, teremos inícios de manhãs com "Processo disciplinar" em vez de "Bom dia".
O chamado poderzinho de merda. Por isso sou tão alérgica à merda do poder.

As dúvidas existenciais da suposta vocação






Dizia o mocinho do meio:

"- Não me lembro porque quis ser cirurgião, mas lembro-me de, pelo menos, 1000 razões para não ser."

e

"- Dava um excelente funcionário dos Correios."

Eu era mais uma papelaria.