terça-feira, julho 28, 2009

Esquisito ou talvez não

A caminho do cinema, vão mãe e filha de braço dado, a mãe de crocs e a filha de saltos de 7 cm. E, como boa "filha de mãe", questiona-se vezes sem conta como podem certas mulheres andar de saltos como quem anda descalça.
"Pois, filha, isso tem sido um dos mistérios da minha vida (daí os crocs)" :-)

sexta-feira, julho 24, 2009

Que se lixe tudo o resto


Adoro dormir abraçada a ti.

Sensação peganhenta

"Beijoquinhas"

quinta-feira, julho 23, 2009

Preconceitos

Já sei que, quando nos toca a nós, a coisa pia mais fino. Passei 14 anos da vida da I. a ensinar-lhe a respeitar as diferenças, quer de cor, quer de opinião (embora confesse o meu defeito de ser por vezes intransigente com certas opiniões), quer de orientação sexual.
Sempre apregoei que, caso ela um dia me comunicasse que era lésbica, eu seria a primeira a apoiar. Reitero a opinião, caso o meu filho seja homossexual. E digo isto plenamente convicta de que o farei.
Costumo até gracejar com isso, dizendo que não hei-de morrer sem experimentar de tudo (embora quem me conhece, sabe que estou apenas a brincar).
Mas não gosto de meias-tintas. Ou é homo ou é heterossexual. Os bi, os assim-assim, fazem-me alguma confusão. Respeito a opção, não os marginalizo, mas o simples de facto de ser algo indefinido mete-se comigo.
Só que agora, perante a perspectiva de um bissexual poder ser o primeiro namorado da minha filha, dou por mim num desconfortável conflito interior. Nem é tanto pelos 18 anos de idade, nem pela anterior relação dele ter sido com um rapaz. Nem pelo aspecto extravagante, nem sequer pelo pseudónimo japonês (igual ao da loja de Bricolage, Decoração e Jardim). É porque ela só tem 14 anos, nenhuma experiência e enormes ilusões... Que admito que também teria com um heterossexual.
Mas quando lhe confesso os meus receios e dúvidas, levo enormes lições de moral: "Mãe, não interessa com quem se está, o que interessa é que é tudo Amor..."
Toma.

terça-feira, julho 21, 2009

quinta-feira, julho 16, 2009

O circo a pegar fogo

Depois de anos de relações politicamente correctas, e agora que as eleições se aproximam, caem as máscaras de quem quer desesperadamente um galho para se agarrar.
Sem saberem com quem se metem, fazem-na pela calada, esperando que eu não reaja, ou que meta o rabinho entre as penas, num acto tão ou mais cobarde que o deles.
Azar que o meu rabo é grande e não se esconde facilmente. Azar que a minha língua é comprida e afiada, sem medo de se mostrar quando alguém merece uma resposta à medida.
Azar que os meus 40 anos de idade e quase 15 de função pública me deram a calma necessária para pegar fogo ao circo com um rastilho muito longo, para me dar tempo de o ver a arder bem ao longe.
E que desprezo que tenho por reacções encolhidas e sumidas quando confrontados com a minha fúria (contida, sim, mas fúria)... "Tá bem, Dra."... que nojo.

quarta-feira, julho 15, 2009

Na cama com...

... José Malhoa

Ufa! Fim das festas.

terça-feira, julho 14, 2009

Nem de encomenda...

http://umamoratrevido.blogspot.com/2009/07/acredito-nos-fins-irreversiveis.html

Samouco em festa

Com a sensação única, embora não propriamente agradável, de me deitar com o Quim Barreiros.
Vá lá que desta vez não se lembraram de atirar foguetes às 3 da manhã.

quinta-feira, julho 09, 2009

Será que é desta?

Nunca nenhum homem me fez um bolo. Houve algumas promessas não cumpridas, e nem sequer era um bolo, era qualquer coisa doce, parecida.
Por muito estúpido que pareça, é um dos meus desejos mais secretos: que alguém cozinhe para mim. E um bolo, é um "cozinhado" especial, cheio de mimo.
Da pessoa menos provável, veio ontem a promessa. Que me iria entregar hoje um bolo a casa, feito propositadamente para mim. Sem qualquer razão ou pretexto especial. Só porque sim.
Nem me importa qual é o bolo, só me interessa o gesto.

Os bolos dos clientes não contam.

terça-feira, julho 07, 2009

Coisas finas em corpos grossos (ou dar pérolas a porcos)

Alergia

Há certas vozes, expressões, risos e formas de falar que me fazem encarquilhar tudo quanto tenho de encarquilhável. O problema deve ser meu, porque poucas se safam aqui no emprego. Devo estar de cristal.

segunda-feira, julho 06, 2009

Por falar em saúde

Esta história de ficar doente de sexta para sábado, com empanicanço de todo o fim-de-semana, também tem que acabar.

Nos pratos da balança

Entre a meia-hora de sossego quando me deito com as correspondentes 10 ou 20 páginas de leitura (mas com o castigo de me levantar n vezes ao chamamento do fedelho) e uma noite inteira de "descanso", interrompida aqui e além por ligeiros gemidos de quem pede mama, optei pela segunda.
É isso: contra tudo quanto a pedagogia infantil aconselha, o meu filho passou a dormir comigo.
Daqui a uns meses (anos?) logo se vê. Uma coisa de cada vez. Primeiro, a minha saúde física e mental, que tem andado pelas ruas da amargura.

sexta-feira, julho 03, 2009

Perspectiva "assustadora"

"O seu filho, por este andar, vai mamar até aos 20 anos."
Nunca pensei levar tão a peito (passo a analogia), esta segunda maternidade.

E confesso que me dá um gozo imenso.

quinta-feira, julho 02, 2009

Repetir muitas vezes

Proibido confundir cansaço com solidão.

quarta-feira, julho 01, 2009

Já?

O meu filho descobriu que tem pilinha.

terça-feira, junho 30, 2009

Estigma

Por mais que me esforce, por mais que faça, hei-de ficar marcada para sempre.

segunda-feira, junho 29, 2009

Que gracinha

Oa meus pais são amigos no Facebook...

Pelo 2º ano consecutivo

Estou deserta que chegue o dia 25 de Julho.
Na esperança que passe este desconforto.