Aquelas palavras que nunca mais consegui dizer.
(A não ser ao meu filho, mas num contexto completamente diferente, como é óbvio)
sexta-feira, agosto 31, 2012
quinta-feira, agosto 30, 2012
Dos limites
Sempre achei que devia impor menos limites do que me impuseram a mim.
Respeitando-se regras básicas de respeito e consideração mútuos, tudo seria fácil. Para ambas.
Afinal, fui permissiva demais.
Na ânsia de proporcionar a quem mais amo tudo o que não pude ter, soltei todas as amarras.
Agora, cada palavra soa-me como um estalo. Cada afirmação de "maturidade" torna-a irreconhecível.
Que não é perfeita como eu fui (??!!).
Que tem o direito de fazer o que entende que está correcto e não o que se espera que faça.
Que o facto de negar cada convicção, não significa falta de inteligência, mas amadurecimento. Mesmo que esse amadurecimento se faça, digo eu, à custa de mimetismos do comportamento dos outros. Dos amigos. Os tais que a puxaram para as experiências. As tais que me apavoram.
Eu sei que fiz muita merda na vida. Magoei muita gente, a maior parte das vezes esforçando-me ao máximo para não o fazer. Mas era preciso este castigo? Não aguento passar outra vez por isto. Não aguento sequer a perspectiva de poder passar outra vez por isto. Se foi difícil da outra vez, imagine-se agora com ela. A minha filha.
(por favor, acorda enquanto é possível...)
sexta-feira, agosto 24, 2012
quinta-feira, agosto 23, 2012
quarta-feira, agosto 22, 2012
Da obesidade
Não sei porquê, mas só me vêm à cabeça gatas gordas. Tipo Garfield, mas basicamente gordas, sem a parte "fofa".
sexta-feira, agosto 17, 2012
quinta-feira, agosto 02, 2012
quinta-feira, julho 19, 2012
As coisas que só acontecem aos outros II
Respondi hoje a quem me colhia sangue que a "dor" que o procedimento causará é um pormenor.
Que o fim (atenua)anula e justifica quaisquer desconfortos que os meios impliquem.
E que me sinto vencedora do Euromilhões por haver hipótese de vir a contribuir para salvar 1 só vida que seja.
A partir do ano que vem já não poderia ser dadora de medula óssea, porque atinjo a idade limite.
Ainda há conspirações cósmicas, afinal. Das boas, para variar.
As coisas que só acontecem aos outros I
Ou o sentido mais maquiavélico da expressão "quem anda à chuva molha-se".
E a impotência de quem assiste à expressão negra de pancada na cara de uma colega/amiga.
O olhar roxo de medo pela incapacidade de pura e simplesmente fugir.
E a raiva de saber que seres cobardes e inúteis serão sempre protegidos em detrimento das vítimas.
A não ser que alguém tenha a coragem de os incapacitar para sempre. Numa cadeira de rodas, por exemplo. Pena de morte não chega (a morrer, disfarçado de êxtase, está o indivíduo há anos, mas lentamente, porque até para se matar é um reles cobarde).
quarta-feira, julho 18, 2012
Calor
Dizem que o calor activa os sonhos.
Ou isso ou outra coisa qualquer, que me fez dar um pulo com aquele teu "olá" à esquina.
Ou isso ou outra coisa qualquer, que me fez dar um pulo com aquele teu "olá" à esquina.
sábado, julho 14, 2012
Blur
Terminado este ciclo, lembro-me de contornos, de movimentos, de cheiros, de pormenores, de tom de voz.
De cores, ou falta delas, de gestos, de hábitos, de sinais.
De risos, de gritos, de mimos, de olhares.
De tudo. Mais ou menos turvo, mas de tudo.
terça-feira, julho 10, 2012
Contas
Não sei porque o faço, mas faço-o. Releio-me e revisito-me nos meses de 2007 e tento perceber o que evoluiu e o que estagnou. Chego a ficar espantada com o que escrevi, não porque fosse mentira, até porque muitos desses textos, quase todos, mantêm-se surpreendentemente actuais. Mas estava tão dorida. Tão sofrida. Tão replecta de mágoa. Acho que isso foi o que efectivamente se alterou; tudo o resto, emoções, sentimentos, convicções e anseios, mantém-se. Todos. Razões e porquês.
Perdi muito, partes de mim. Ganhei outras, para sempre. Ganhei nova vida, literalmente. O que perdi é definitivo mas estará sempre comigo. Faça que contas faça, o balanço é sempre positivo.
segunda-feira, julho 09, 2012
quinta-feira, julho 05, 2012
sexta-feira, junho 29, 2012
Babel na Porcalhota
Eu bem fujo, mas há-de sempre haver qualquer coisa a empurrar-me para o granel. Tanta loja de preto a fazer rastas e tinha que ser ali. Tanta coisa que a I. podia fazer ao cabelo, mas a moda Rastafari era indispensável.
E tinha que ser hoje para ir a condizer com a molhada do Sumol Summer Fest.
quinta-feira, junho 28, 2012
terça-feira, junho 26, 2012
SOS Voz Amiga
À falta de gente com quem falar, telefona-se para a veterinária da câmara, para falar de um problema de um cão que eu não conheço, que não mediquei e que até já está bom...
sábado, junho 23, 2012
quinta-feira, junho 21, 2012
Não hei-de eu acreditar nestas coisas... :)
"O 8 de Espadas alerta para o facto de poder estar preso num emaranhado de acontecimentos que lhe tiraram a liberdade de movimentos. Mas na realidade se pensarmos bem, nada nem ninguém nos pode tirar a liberdade… Será que não está a cair numa armadilha criada por si próprio? Ajudado(a) por outros, sim acredito, mas nós temos a capacidade (que Deus nos deu) de sair, de saltar fora daquela situação que não queremos mais.
Nós não somos obrigados a nada! Foi-nos dado no Céu o livre arbítrio!
Pois, dá trabalho soltar-nos das coisas velhas, mesmo que não valham um caracol, causa dor…
Ok, causa dor… e então? Vamos acomodar-nos? Vamos deixar que a vida decida por nós o que fazer, que rumo tomar? Pois é… está a altura ideal de dar uma voltinha gira na sua vida. Sabe porquê? Porque merece tanto! Vamos, o Verão ajuda imenso nos primeiros impulsos. "
Nós não somos obrigados a nada! Foi-nos dado no Céu o livre arbítrio!
Pois, dá trabalho soltar-nos das coisas velhas, mesmo que não valham um caracol, causa dor…
Ok, causa dor… e então? Vamos acomodar-nos? Vamos deixar que a vida decida por nós o que fazer, que rumo tomar? Pois é… está a altura ideal de dar uma voltinha gira na sua vida. Sabe porquê? Porque merece tanto! Vamos, o Verão ajuda imenso nos primeiros impulsos. "
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