Há daquelas amizades que sobrevivem à distância, ao tempo, aos equívocos.
Daquelas que se alimentam das IC 17 e dos pedidos de transferência intermunicipal.
Daquelas que se fortalecem com o passar dos anos, nem que tenham passado já 15.
Daquelas que ultrapassam os equívocos com frontalidade e não deixam que mágoas individuais interfiram na relação comum.
Daquelas que transformam a felicidade individual em alegria comum.
Por muito improváveis que fossem no início, são autênticos pilares de betão.
Tenho poucas dessas, mas (muito) boas.
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