Se me dissessem que, aos 18-quase-19 meses do meu filho, eu o estaria a amamentar, acharia graça de tão irreal que tal me pareceria.
Mas é verdade. Ao fim de todo este tempo, continuo a dormir com ele na cama e a dar-lhe de mamar, sempre que ele pede, o que é frequente, de noite e de dia.
Primeiro tenho que o habituar à cama dele.
Depois, tenho que o desmamar.
E por fim, tenho que me desapegar.
O último objectivo é o mais difícil de conseguir concretizar.
Tal é o "pedacinho de céu" (expressão da minha mãe) que me acompanha as noites.
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