Continuo maravilhada com o filho lindo que tenho.
Deslumbrada como da primeira vez que o vi na ecografia.
Atordoada como quando finalmente o tive comigo, depois de lutar contra a medicina e vencer com as armas que os meus instintos de mãe/fêmea me deram.
E ainda hoje te toco, te sinto, te cheiro como naquele dia, sabendo que és a perfeição nesta vida.
Renasço de cada vez que pedes "Abraço" e dizes "És munto dinda, mamã!".
Obrigada, amor.
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