quarta-feira, abril 09, 2008

35 euros

Uma hora nas urgências do hospital.
Incluindo triagem, consulta e duas ecografias.
Caso para dizer que quem quer saúde, paga-a. Preço justo, para mim. Fui excepcionalmente bem atendida.
Pena que nem todos possam dizer o mesmo dos hospitais públicos a que têm forçosamente que recorrer.

terça-feira, abril 08, 2008

Muito à frente


Nas casas normais, cai um ou outro vaso da janela, quando há ventania.

Na minha, caem portadas...

segunda-feira, abril 07, 2008

LE MALE ??

Eu cá acho que deviam ter feito este anúncio com Homens. Isso, com H.

sexta-feira, abril 04, 2008

E hoje



A vida na ponta de uma agulha.


quinta-feira, abril 03, 2008

Dúvida

Não sei bem o que vou comer ao almoço...

:) :) :)

quarta-feira, abril 02, 2008

Não sabem, não inventem

A propósito da retirada do mercado de um produto para emagrecer, a jornalista (?) da TVI, comenta:
"Há 3 casos de choque anafiláctico, ou seja, infecção grave."
Quê?!
Ó pá, no mínimo, ias ver ao dicionário.
Ou então, aqui. Não sendo das fontes de informação mais fidedignas, sempre era melhor do que as que (não) consultaste.

terça-feira, abril 01, 2008

Dilema

Não me consigo decidir entre a vontade de te abraçar com muita força (e dizer "fizeste o que devias, não tens que estar triste") ou de te abanar para não caires no marasmo.

segunda-feira, março 31, 2008

sexta-feira, março 28, 2008

Pita shoarma

Qualquer dia, transformo-me numa destas coisas, de tantas vezes que as como...
Eu não era assim, juro que não era assim...

quinta-feira, março 27, 2008

Abrir o jogo

Hoje é dia de "dar o flanco".
Ter aquela conversa com quem de direito, para poder planear o (resto do) ano.
Talvez o maior dos sacrifícios, mas por uma (muito) boa causa.

quarta-feira, março 26, 2008

A caminho dos 40 (II)

Já não me lembro da última vez em que tive tanto prazer em experimentar e comprar umas calças de ganga.
E acho que nunca demorei uns míseros 5 minutos, como hoje.

A caminho dos 40

A I. confirma o que o espelho me grita há um ano: "Até tens um corpo bonito (!!); devias pintar o cabelo e tratar das rugas".

terça-feira, março 25, 2008

Get a life


A propósito de um programa da SIC Notícias sobre o Second Life, não consegui deixar de me rir. De desprezo, sim. Chamem-me lá pretenciosa ou o que quiserem, mas será que esta gente não tem mais nada que fazer que brincar aos bonecos e vestir a pele de quem gostariam de ter sido, mas nem lhe chegam aos calcanhares?

Já que não se arranjam relacionamentos na vida real, finge-se que se tem amigos, que se sai para curtir (para onde, já agora?), que se apaixona e até que se faz amor!! Como é que se faz amor sem contacto físico?? Onde é que estão os cheiros, o toque, o sabor?? No teclado do computador?

E aquele pessoal leva isto tão a sério que chega a terminar relações reais à conta de quem imaginam que estará do outro lado do monitor...

(Sim, eu também gostava de ser aquela de calças vermelhas, morenaça e com uma carinha laroca. Não tinha que lidar diariamente com as minhas limitações. Mas sabem que mais? Até me acho piada por ter 3D, independentemente de quem goste ou não.

Tristes...)

Alicia Keys


Irrepreensível. Para quem gosta.

Não é o meu caso.

Já agora: porque é que os homens ficam tão larilas a dançar aquelas músicas?! (o espectáculo estava nas bancadas, não no palco)

quarta-feira, março 19, 2008

Autonomia

É uma incógnita diária onde a minha filha vai dormir.
Anteontem decidiu-se pela madrinha. Hoje fica na avó.
Quando a melhor amiga voltar, não deve pôr os pés em casa.
(13 anos... acho que não fiz isto nem aos 20...)

terça-feira, março 18, 2008

Não me canso

De olhar para ti...

sexta-feira, março 14, 2008

Deslumbrada

Hoje conheci o homem da minha vida.

Estado(s) de espírito

Expectativa
Ansiedade
Nervosismo
Medo (confesso)

Tudo isto embrulhado com fita de esperança.

quinta-feira, março 13, 2008

Zoo

Uma caturra, dois gatos e...
... milhares de formigas!!!

(malditas amêndoas)

quarta-feira, março 12, 2008

Incoerente? Talvez não.

Nunca me deu tanto gozo marcar férias, sabendo de antemão que, provavelmente, não as vou ter.

segunda-feira, março 10, 2008

O cheirete da caridade

À conta da profissão que tenho, é suposto que ajude os amigos, quando os respectivos bichos têm problemas. O que estou sempre disposta a fazer, no que depende de mim, do meu trabalho e do meu tempo.
Como aqui não disponho de alguns dos meios de diagnóstico necessários, vou buscar os amigos a casa e levo-os onde possam fazer análises. Dirijo-me a uma clínica veterinária, onde a colega sabe quem sou, o que vou e porque vou fazer. Sendo que as ditas análises são feitas com o sangue que eu colhi. E exigem tanto trabalho como depositar uma simples gota do dito numa placa e esperar 10 min.
Quando a conta é apresentada, também pago. Preço normal, como convém entre colegas. Mais propriamente, para cima de 40 euros.
De seguida termino a boa acção do dia (do ano?!) voltando a transportar amiga e bicho a casa, só por acaso na Amadora, um bocadinho longe do meu trabalho.
E não faço mais que a minha obrigação...
Sou ou não sou a veterinária mais ....... totó... que existe ao cimo da Terra?!

Para compor o ramalhete, hoje eram 8 e meia da manhã e já lá estava à porta outra vez. Para levar uns comprimidos que a amiga não tem dinheiro para comprar.

sexta-feira, março 07, 2008

Espera e desespero

"Mais 20 minutinhos e já consegue."
Passada uma hora:
"Mais cinco minutinhos e estão prontos"
E este post foi escrito para queimar esses 5 minutinhos.

Sustos

Há situações de tal modo inesperadas e inacreditáveis que nos fazem relativizar tudo.

De repente, a peneira torna-se muito mais fina e só retém o que de facto é importante.

terça-feira, março 04, 2008

Tá negro

Lá vai mais um desfalque na poupança... da I.

segunda-feira, março 03, 2008

15 anos

O meu maior desejo é que possas assistir também a toda esta minha felicidade.

Miguel Prates

É que me sobem cá uns calores!!
Diz o funcionário da Sport TV:
"Reposição de bola para os leões" (quem são esses?!) Pensava que era Sportem- Benfica. Ou, se querem assim, os outros têm uma águia no símbolo, lembram-se?
Quando o árbitro dá 5 minutos de tempo-extra, com o jogo empatado a 1 golo, o brilhante comentador diz, do alto da sua imparcialidade: "Os leões (outra vez?!) têm cinco minutos para ganharem a partida". Porquê?!! Não estavam duas equipas em campo?? Não faltavam 5 minutos para ambas jogarem??!
Ah, já me esquecia: tratava-se do campeonato da 2ª Circular, o único que a lagartagem (e sus muchachos da TV) tinha aspirações a ganhar...

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Por milagre

As semanas agora passam a voar.
A quinze dias de um momento especial.

Olha, olha... já começa?!

A imobiliária que me vendeu a casa anda a assediar-me. Há interessados em comprá-la.
E, como tudo tem o seu preço, vamos ver se não volto a andar com a casa às costas.
Nunca achei tanta graça à especulação.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Em negociações II

- Mãe, se fores ver o Sporting-Benfica e não arranjares bilhetes para mim, quero ir ver a final da Taça de Portugal.

- Quê?! Agora deste em adepta do FCP?!

Em negociações

- Mãe, como vais ver a Alicia Keys e a Alanis Morissette, compras-me bilhetes para os Tokio Hotel.

- OK, na condição de que não vá contigo...

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Obrigada Eunice


Estou orgulhosa do teu talento.
Mais aqui.

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Tempo

A relatividade do tempo é uma verdade indesmentível.

Um ano são apenas 365 dias. Mas não deixa de me pesar a sensação de que passou um ano. O que é pouco, comparado com o resto da vida que tenho para Viver.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

A planar

Como a Ponte Vasco da Gama estava esta manhã completamente envolta em nuvens, pode-se dizer que vim a planar. Em riscos de flutuar. E na iminência de mergulhar.
(Ainda gostava de perceber porque é que a maioria das pessoas, quando se sentem em pânico, ficam lívidas e a mim me dá para corar. Mais do que isso não podia, porque, para chorar, já me bastava a minha filha.)

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Às cegas II

Quem disse?
Há pessoas que se conhecem desde sempre.

Às cegas

Fui sempre alérgica a este tipo de coisas. Mas, talvez porque já passaram quase 3 anos desde que "conheci" esta pessoa, não sinta de forma igual. É só a formalização e a concretização de um conhecimento virtual.
Mas de qualquer maneira, se eu não voltar antes das 5 da tarde, chamem a polícia...

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Overwhelming

E ao final do dia transformo-me na batalhadora e intempestiva Aliena, visto o hábito do Prior Philip ou encanto-me com os arcos e entalhes da catedral de Kingsbridge.
Pena que só falte metade do segundo volume para acabar.
Porque será que nunca ninguém se lembrou de fazer um filme baseado neste portento?

Coisas simples


Mas carregadas de sumo. E de mimo.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Hummmmmmmmmmmm e bigodes brancos

Saudadinhas disto: Vanilla latte at Starbucks (não dispensando a rodelinha de cartão para evitar queimar as mãos no take-away)


segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Timing perfeito

A senhora que fazia a limpeza lá de casa resolveu despedir-se.
Supostamente porque encontrou um trabalho a tempo inteiro.
Sinónimo: cansou-se de andar a tourear gatos.
Sobrou para mim andar a acartar com a &%$#" do aspirador escada abaixo/escada acima, sendo que o peso do dito aumenta proporcionalmente ao número de viagens e de lanços de escada que subo... além de que me arrisco a tropeçar em oito patas e duas caudas.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Quem diria

Uma pratada de bacalhau cozido com grão que me soube pela vida.
Só falta verem-me a gostar de iscas à portuguesa...

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Toma lá uma facadinha, já que és tão boazinha

Às vezes tenho imensa pena de ser tão totó.
Já tinha idade para pensar primeiro e agir depois; ou não deixar que certas pessoas agissem, só porque não pensei.
Enquanto levo a lambada, que me doi muito além do impacto físico, ainda tenho que assistir de plateia aos sorrisos colados com cuspo.
Mania de escancarar o umbigo.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Atípico

Ir a Londres e não apanhar uma única gota de chuva.
Chegar a uma Lisboa cinzenta e achar que tinha finalmente aterrado em Londres...

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Amanhã

Réveillon. Aqui.


See ya

terça-feira, janeiro 29, 2008

Poucas mas boas

Há pessoas que não param de me surpreender.
Poucas pela positiva.
Poucas mas boas.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Novas tecnologias

É costume perguntar aos donos dos cães que me visitam se as fezes e a urina estão normais. Faz parte do exame clínico habitual.
O que não é hábito é a resposta vir sob a forma de fotografia no telemóvel. Haja pachorra.

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Menos mal

Alguém me ouviu e me está a devolver os dias. 25 dias de Janeiro valem por todo o 2007.

Into the wild

"Eddie, you talked before about how much you have in common with McCandless. [Vedder has a famously difficult relationship with his stepfather, as McCandless did with his father.] Did doing the movie help you get over that pain at all?

VEDDER: Not enough. But it'll do for now. I don't think it's gonna go away. I think in the last 10 to 15 years, I've just been able to not let that person and that part of me be in charge--that guy is in the car, but we just don't let him drive. That's something Springsteen told me once, and it really works. He'll be talking in your ear in the backseat, but just don't let him get behind the wheel. And you can be proud of it. I've talked to the people that raised me, and I've thanked them for giving me a lifetime's worth of material. I was talking to Bono in Australia last year, and we mentioned something about family histories, and he was like, Wow, they really gave you some good stuff to write about. It was like he wanted to hug them and thank them." (in revista Time)
Viver, apesar da dor. Não contra ela, mas com ela. Não a deixando ganhar protagonismo. E aprender com ela, para que não se repita.

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Obrigada 'migas

Há abraços que valem por uma vida inteira.

Natal


É quando quatro gajas quiserem.

terça-feira, janeiro 22, 2008

Pai

És uma fé.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Toma lá

Toma lá uma carraspana, para não andares para aí aos pulinhos...
Assim sempre desaceleras...


(quanto mais não seja porque, não tarda, andas de cócoras à procura do nariz)

sexta-feira, janeiro 18, 2008

quarta-feira, janeiro 16, 2008

É fartar, vilanagem

Acho piada aos novos-chefes. Assim como acho aos novos-ricos.
Começaram como porteiros da organização (não empresarial, mas partidária), subiram a pulso (leia-se murro) e à custa de rasteiras pregadas subrepticiamente às pessoas certas e nos momentos-chave. Foram distribuindo palmadinhas nas costas das pessoas influentes, enquanto coleccionavam podres que usariam mais tarde como moeda de troca.
Finalmente chegados ao poleiro, começam por organizar o estaminé da forma que mais lhes convém. O que inclui arrumar pastas e pessoas em prateleiras estratégicas.
Pé ante pé, vão tomando conta do espaço físico. Estendem os seus tentáculos a áreas fora da sua competência, sob o pretexto de inovarem.
São minuciosos e preciosistas, embora compinchas de manhã e déspotas à tarde. Ameaçam com processos disciplinares quem ousa desviar a rota que traçaram a bem do serviço.
Quando finalmente impõem a sua maneira de estar e ser, e a engrenagem da chefia rola, dão a estocada final, estabelecendo um rol de normas, regras e procedimentos, que mais não asseguram que a sua própria continuidade na teia do poder e obrigam a obediência cega pelos subordinados. Nestas normas, obviamente, definem com precisão a hierarquia, sendo que o elo mais fraco não tem que se lhes dirigir, mas apenas reportar ao elo seguinte da cadeia, e assim sucessivamente.
Exercem vigilância extrema sobre cada acto e cada vírgula produzidos pelos subalternos, não vá a incompetência alheia manchar a sua autoridade.
Entretanto, a quem os topa, mas cuja área de intervenção é de tal modo técnica e específica que não conseguem controlar, dirigem falinhas mansas e passam a mão pelo pêlo, porque nunca se sabe quando irão precisar de supporters.
E ai de quem os enfrente... é puxar dos galões, vilanagem...

terça-feira, janeiro 15, 2008

Há malucos para tudo

Era capaz de apostar que os posts que escrevi sobre a Bimby atraem alguns curiosos e aumentam o nº de hits neste blogue. O que nunca adivinharia é que, em primeiro lugar, destacadíssimos, estivessem os visitantes que pesquisam no Google pela expressão "parada nupcial".

Ele há coisas...

sexta-feira, janeiro 11, 2008

A lógica da batata

O raciocício dos meus clientes: para evitarem as filas de espera, vêm 2 horas antes do início do atendimento.

É oficial

Sou virtualmente milionária:
"Vende-se moradia geminada, 5 assoalhadas, garagem para 3 carros, em condomínio privado, com piscina e court de ténis.
A 15 km do Aeroporto Internacional de Lisboa."
Leia-se campo de tiro de Alcochete.
Vamos ver se quero passar a realmente milionária. No dia em que tomar essa decisão, publicarei o anúncio.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Blind date

Tão mais cego quanto maiores as inseguranças e as carências afectivas.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Fora de época

Vem aí a minha festa de réveillon.
Faltam 22 dias.
Ou nem tanto (mas isso já seria pedir muito).

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Dor, amor e tempo em camadas

2007 não foi um ano bom. Aliás, 2006 já não o fora. Pensando bem, há dois anos que vivo num limbo de afectos e de hesitações profissionais, com algumas dores e uma certa imprevisibilidade à mistura. Acidentes, de percurso e não só, doenças, confrontos, desilusões. Nada disto interessa ao blogue, como é óbvio. Dizem que o sofrimento faz crescer, mas isso é uma grande treta: esta ideia (um mero mecanismo de compensação) é uma muleta, como deus, que nos ajuda a suportar a bordoada e a ultrapassar os estragos. A dor não nos amadurece; antes, torna-nos mais pungentes as fragilidades e inseguranças, definindo a carvão grosso o nosso sentido de mortalidade. Não seguimos em frente por causa da dor; seguimos em frente apesar dela. O que nos faz maiores e mais lúcidos, o que nos empurra pelas costas, é o amor, isso sim. Neste início de ano carrego comigo várias pendências, por isso não saltei da cadeira e aldrabei nas passas. Não vale a pena grandes resoluções, quando por dentro hesitamos no caminho e nos encruzilhamos o futuro. Alimento obviamente a esperança de que 2008 seja um ano melhor que os anteriores – o que também não será difícil. Quanto mais seja, porque mais um ano significa mais dias, semanas e meses, despejados por cima dos anteriores: o tempo em camadas sucessivas ajuda ao esquecimento. (...)

Só se justifica novo roubo descarado, porque esta senhora tem o dom de descrever o que sinto sem nada lhe ter pedido. E eu ficaria a anos-luz desta descrição se me abalançasse a fazê-la.

(Ah... e não comi passas, sequer. Não gosto e preferi ignorar os desejos que teria que formular por cada uma engolida.)

Nothingyear

Aninho.
Pequenino.
Encolhido.
Resumido a um punhado mal aviado de meses: Fevereiro, Junho, Julho, Novembro.
Todos os outros parece que desapareceram do calendário.
O que não fez de 2007 um ano que tenha passado rapidamente, bem pelo contrário.
Para 2008, desejo que lhe (me?) devolvam os 365 dias.

quinta-feira, dezembro 20, 2007

terça-feira, dezembro 18, 2007

Em caso de desespero


Sempre tenho o terraço.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Implantes (não, não são desses)

Desejo de ano novo: implantar uma falange extra nos dedos dos pés, para conseguir calçar 36, ou vá lá, 35 e meio, e encontrar botas à senhora...
Cansaaaaaaaaaada de botas da secção de criança.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Olha que dois

http://www.intimissimi.com/hearttango/english/

De babar. Sim, também babo por ela. A mulher mais bonita do Mundo.

There are many ways a woman's heart can beat.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Cheirete a vingança

Aquele anúncio em que a mocinha destrói propositadamente o brinquedinho do amigo que, dois dias antes, lhe deu um pontapé na porta do carro, é o paradigma da vingançazinha gelada que tanto desprezo.

Admito que quem tem esse tipo de atitude tenha mais sorte na vida porque, à falta de impulsividade, raramente mete a pata na poça e consegue assistir, de cadeira, ao resultado das suas elaboradas e mesquinhas manigâncias.

Não sou assim. O que tenho a dizer, digo, e na hora. Às vezes (muitas) falho. Por reagir "a quente", faço juízos de valor nem sempre correctos, mas também não me custa pedir desculpa.

O que não podem acusar-me é de cinismo.

E a sensação que tenho, é que alguém me anda a fazer o retrato (a metade, o terço ou a décima parte daquilo que realmente sou), realçando/inventando defeitos, denegrindo carácter e/ou actos, ou simplesmente contando a sua versão dos factos.

Nada que me espante, porque já o fez doutras vezes. Sempre com a melhor das intenções, evidentemente.

O que mais me custa, é sentir que me levam aos tombos nas bocas do Mundo e não me dão a hipótese de contra-argumentar.

Deveriam estar aqui dois parágrafos, bem mais negros que os anteriores, que optei por guardar nos rascunhos.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Saturday Night Fever

"(...) caracteriza-se por uma grande versatilidade e, em função da sua própria capacidade física e morfologia de espaço, proporciona uma área puramente de bar, com zona de estar e serviço exclusivo às mesas, e uma área de pista, marginada por dois balcões e limitada frontalmente pela cabina do DJ que, por sua vez, tem ainda um pequeno bar superior, que lhe fica contíguo(...) "

Tradução: se fores especialista em saltar ao eixo, o que, neste caso, implica um extraordinário poder de impulsão, ou se preferires a sensação de entalanço e esfreganço, na iminência de seres beijado na boca por uma gaja e teres a tua primeira experiência lésbica, ou ainda se quiseres pôr-te na pele de quem tem que usar coleira no pescoço para aguentar as dores na coluna, vem a esta (ou a qualquer outra) discoteca. Com a mais-valia de levares com a socialite de Cascais, desde cozinheiros famosos a tias-quarentonas-armadas-em-gajas de 27-não fossem os wonderbras... Tudo ao som da mais irritante batida estilo discosound, sendo que também podiam pôr música clássica, porque, para o que nos conseguimos mexer, o resultado seria o mesmo...

Sensações únicas... irrepetíveis.

(era de prever: da primeira vez que lá tínhamos estado, demos de caras com o Paulo Portas, o que não augurava nada de bom.)

E pergunto eu: qual é a graça de levar com música aos berros e ter que aprender linguagem gestual para conseguir comunicar?? Já sei, tenho quase 40 anos, não posso compreender...

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Perdi o comboio

"Que pena não teres entregue... O Prof. L. ficou com muita pena; tinha grandes expectativas..."

Pois, temos pena. Fica para o próximo ano de 2004, quando for preciso fazer revoluções na minha vida com a ajuda de mestrados, drunfos e sessões de psicoterapia.

Por falar nisso, a revolução de 2007 está a ser feita a seco, sem bengalas de espécie nenhuma. Quem me viu aos caídos em 2004, deve estar de boca aberta (até eu...). Pode ser que um dia isto rebente. Há-de jorrar muita m$%&#.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Não era suposto

Tenho bolotas na árvore de Natal.

Boquiaberta

Quando entrei na faculdade, houve alguém que me atraiu instantaneamente pela determinação e força de vontade, aliadas à popularidade inevitável que uma cara bonita traz. A M. era a mais gira da turma, tinha tudo quanto era rapaz a suspirar por ela e fazia amizades a uma velocidade directamente proporcional ao meu bichomatismo. Logicamente, acabou por ser a namorada do O., quase tão bonito como ela e de certeza mais popular ainda.
Tornámo-nos unha com carne, ela sempre a apoiar-me quando havia crises em casa dos meus pais (o que era dia sim, dia sim) e eu, como marrona de serviço, a empurrá-la quando havia exames e subitamente lhe rebentava uma insegurança que lhe dava vontade de desistir das frequências e exames.
Costumávamos dizer que havíamos de abrir um negócio juntas, para aproveitar o feitio dela (de agarrar o touro pelos cornos e levar tudo à frente) e (dizia ela) o meu maior jeito para a coisa.
Acabámos por seguir rumos divergentes, quanto mais não seja porque tive pressa de casar quando terminei o curso. A M. seguiu desenfreada atrás de uma paixão: suspendeu a carreira até conseguir ficar com a pessoa que é pai dos 3 filhos que tem; de quem nunca esperou, nem teve, colaboração e a quem sustenta até hoje.
Passados mais de 20 anos de amizade sólida, que sobreviveu todo este tempo à distância que nos separa, descubro que a M. vive uma situação de filme, um misto de violência psicológica, humilhação e impotência, beco sem saída para quem tem a auto-estima destruída.
Não me saem da cabeça as palavras com que se despediu ao telefone: "Vê se me arranjas solução para isto, porque eu não valho nada."
porque é que não ficaste com o O., caraças? eu bem te avisei... (mas isto não lhe disse)

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Roubo descarado

"Provaram a massa: ele achou-a boa de sal, ela, que estava insossa; juntaram-se as línguas por uma questão de tira-teimas; ele duvidou da consistência dos filhozes, achou-os massudos; ela, espalhou a massa entre as pernas e disse-lhe que experimentasse outra vez e que, por via das dúvidas e de caminho, visse se lhe faltava abóbora. Depois, como achasse os coscorões doces demais, sacudiu-lhes o açucar em excesso no peito dele e lambeu-o de cima a baixo, que na natureza nada se perde. Ele, mortinho por experimentar o recheio do peru (receava pelo excesso de aguardente e que pedisse mais pinhões), mas o papo do animal não fora devidamente trabalhado, faltava-lhe o debulho; então, ele recheou-a a ela e provou-a, rindo-se ambos à perspectiva de idêntico lambuzanço de outros orifícios (estes mais abençoados), por parte das tias velhas na noite da consoada, longe estas de imaginar o alcance das sessões de prova. Afinal, estava perfeito, o recheio, estava no ponto - aliás, estavam os três no ponto: ela, ele e o recheio. Nos entremeios, ela corria para o fogão, a mexer o grão misturado com o açúcar, o limão e o pau de canela, desconfiada da costumada excelência das azevias, com tanta interrupção delambida. Para mais, ele vinha-lhe por trás, levantava-lhe o avental, agarrava-a pela cintura e mordiscava-lhe, à vez, os lóbulos das orelhas, a curva enfarinhada do pescoço e os frutos cristalizados, com que ia coroando o bolo rei. Num outro bico do fogão, cozia a massa dos sonhos que ela tentava, em vão, descolar das paredes do tacho, quase esturro, culpa de um sorver mais prolongado num recanto da sua anatomia, para aferir da fluidez e do travo a laranja da calda de açucar. Chegou a vez de ele bater os ovos para as rabanadas; era sempre ele, nas rabanadas. Costumava dizer, a meter-se com o feminismo empinado dela (próprio de quem não tem razões de queixa), que fazer rabanadas era coisa de macho, porque isto de amaciar pão duro com açucar e gemas batidas, dando origem uma delícia comestível, era, no fundo, o que os homens faziam às mulheres. Ela fingiu-se ofendida e virou-lhe as costas, passando-lhe os tarecos e os ingredientes para trás, sem o olhar; depois, voltou-se, rodeou-lhe a cintura nua com o avental e deixou-o virar a cozinha do avesso (como fazia com ela), tendo o cuidado de se abster de brincadeiras de pele durante a fritura. Na noite aprazada, estava tudo delicioso, diziam-lhes, e eles sorriram-se, pois claro, como é que poderia não estar, afinal, o ingrediente secreto que nos faz a todos lamber os dedos, chorar por mais e ser felizes a espaços, não é, seguramente, um qualquer cardamomo da costa do Malabar. O ingrediente secreto é (o) outro."

Porque é bonito.
Porque é o meu ideal de amor.
Inatingível, portanto.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Há sempre uma primeira vez

Pela primeira vez, fui convocada para uma festa de anos surpresa. A surpresa não foi a festa propriamente dita, mas ter sido a aniversariante a organizá-la sem conhecimento dos convidados. Sendo que, caso a participação fosse voluntária, a festa ficava às moscas.
Se não tivesse dado pena, até era hilariante.

sexta-feira, novembro 30, 2007

Las hay...

Um furo no pneu traseiro esquerdo, 18 horas depois de ter saído do stand...

É capaz de ser patológico

Estabelecer relações de afectividade com os carros que vou tendo e ficar triste quando deixo de os ter. Podendo, enquanto os tenho, não os lavar uma única vez.

(adeus boguinhas)

quarta-feira, novembro 28, 2007

Boring

Quando o dia acaba, não consigo deixar de me sentir surpreendida pela ausência de impulsividade. Minha, bem entendido. (Quem diria)

Acho-me um verdadeiro... bocejo.

Se pusesse por escrito a rotina semanal, conseguiriam saber, ao minuto, onde estou a cada instante de cada dia da semana. Sem tirar nem pôr. A hora (madrugada) a que saio de casa, a hora de entrada no trabalho (antes de mim só os periquitos, mas esses dormem cá), a hora de almoço, onde almoço (ou é aqui, ou é ali, não há muita volta a dar), quando saio, a que horas chego a casa...

Sempre igual.


Estava a precisar de discutir com a minha mãe, contrair um empréstimo milionário, perder a carteira (ou deixar que ma roubassem para ter o gozo de gastar outra vez pipas de massa a renovar documentos e cartões bancários), tropeçar no passeio e partir a cabeça, sei lá.

Ou até, extremo dos extremos, passar a baldar-me alarvemente ao serviço. Mais ou menos como as pessoas normais.

Qualquer coisa.

1 ano

De plena felicidade.

segunda-feira, novembro 26, 2007

A Soma dos Dias

Estava precisamente a fazer contas de cabeça à soma dos meus dias e à evidente falta de sorte que me assombra os sonhos, quando, do outro lado da linha telefónica, o pai-adivinho me pergunta se já tenho o último da Isabel Allende.


"Não, pai."

"Então não compres."

Mais um ponto ganho no campeonato do mimo.

sexta-feira, novembro 23, 2007

Dois dos meus amores

(há coisas muito boas na vida)

quinta-feira, novembro 15, 2007

Cromos

Estão cá todos. Aqueles mais difíceis e os que saem repetidamente.

A mocinha que tem um toque de telemóvel que imita (e mal) um bebé a rir, que chinela mesmo que não esteja de chinelos, que berra ao telefone, seja para a filha, seja para o marido (a diferença é que, neste caso, voam objectos) ...

O "encarregado" armado aos cucos, marialva gingão, que gosta de mostrar toda a sua "autoridade"(zinha) perante quem não lhe faz frente. E só a esses. Que canta o fado quando está bem disposto e que fala em "alhos" quando está mal disposto (coisa que acontece dia sim, dia sim).

Os irmãos "Forrest Gump", um, cujos lampejos de normalidade nos fazem desejar que ele nos largue a peúga, e outro com anormalidade e cheiro a cú mal lavado permanentes.

O Chefe (não meu, até ver, por muito que se ande a pôr em bicos de pés), com um complexo de autoridade tal, que até nos e-mails trocados entre colegas, faz questão de se lhes dirigir como Exmª e Exmº Sr. Dr. fulano de tal, e assina "O ora exponente, o Chefe de Secção, funcionário nº x".

Alguém, ainda não se sabe quem, que mija no bidé da casa de banho das mulheres e deixa lá a pocinha para toda a gente ver.

Sendo que, todos eles, sem excepção, falam uns largos decibéis acima do que consigo suportar. Geralmente, nos dias bons, temos ainda a mais-valia de sermos brindados com gargalhadas alarves em qualquer conversa que se desenrole entre eles.

Fora os cromos que, embora à distância, emanam elevação de carácter.

Antigamente, trabalhava noutra instituição onde se (mal) empregavam coxos e aleijados, como era hábito brincarmos.
Nesta são muito menos as deficiências físicas e muito mais as mentais. Eu incluída, claro. Quanto mais não seja por ainda estar a aturar isto.

quarta-feira, novembro 14, 2007

segunda-feira, novembro 12, 2007

Moda

Não sei se por hábito, moda ou mania, as mulheres da (minha) família andam a atirar-se todas para o chão...

sexta-feira, novembro 09, 2007

Eddie Vedder - Long Nights

Have no fear
For when I'm alone
I'll be better off than I was before

I've got this light
I'll be around to grow
Who I was beforeI cannot recall

Long nights allow me to feel...
I'm falling...I am falling
The lights go out
Let me feel
I'm falling
I am falling safely to the ground
Ah...

I'll take this soul that's inside me now
Like a brand new friend
I'll forever know

I've got this light
And the will to show
I will always be better than before

Long nights allow me to feel...
I'm falling...I am falling
The lights go out
Let me feel
I'm falling
I am falling safely to the ground

Algo estranho se passa

Grilos a berrarem-me à porta em Novembro.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Don't drink and drive, just smoke and fly

Este é o novo slogan da I., desde o recente fascínio pela Jamaica, Bob Marley, rastas e afins.
Ontem dei com um cigarro inteirinho no meio do chão lá de casa, deixado cair da mochila da amiga.
Deixei passar umas horas e voltei a ter aquela conversa, a mesma que tiveram comigo há 25 anos.
"Se quiseres fumar, a escolha é tua. Não te vou proibir, mas não admito que fumes às escondidas. Pedes-me e eu compro-te tabaco. Fumas cá em casa, à vista de todos."
Ou o espanto era genuíno, ou a minha filha vai seguir uma bela carreira de actriz...

terça-feira, novembro 06, 2007

Estoirada

Os sonhos confundem-se com pesadelos e o final da noite é a chegada à meta depois da maratona.

segunda-feira, novembro 05, 2007

Recado

Ainda bem que não perguntaste. Também não esperava outra coisa de ti...

quinta-feira, outubro 25, 2007

Badagaio reloaded

De vez em quando volta, para não me esquecer que existe. É sempre bom ter uma perspectiva do mundo de pernas para o ar...

quinta-feira, outubro 18, 2007

Teletransporte

À falta de paraíso, pode ser para aqui.

A ver se me passa a dor de cabeça.

quarta-feira, outubro 17, 2007

O meu lado macho, num post altamente machista.

Neste preciso momento estou a ouvir o relato do Portugal - Cazaquistão.
Sim, gosto de ouvir relatos de futebol e muito mais, de ver jogos de futebol.
E discuto. Chamo nomes ao árbitro e falo com os jogadores, como se eles me pudessem ouvir.
Quase invariavelmente, qualquer jogo de futebol do meu clube, acaba em guerra lá em casa. Com insultos e tudo.
Este é um dos que está na minha lista de favoritos.
Quem sabe se começo a cuspir para o chão, a beber bejecas e a coçar os ditos.
(que, a propósito, me parece estarem a doer... mas são os ovários, mesmo.)

terça-feira, outubro 16, 2007

Idade do armário

E, no auge dos seus 12 anos, lançou uma cruzada contra a escola, que tem os tectos a cair, que está podre, enfim, que é uma porcaria... tudo porque está desertinha por mudar para a secundária de Alcochete.

Mesmo assim acha muita gracinha aos novos colegas de turma que, por serem repetentes ou simplesmente porque sim, se distraem a distrair os outros, das mais variadas formas e feitios. Um deles tira folhas dos livros, enrola e "mete lá ervinhas" para fumar... outro enche preservativos como se fossem balões e atira aos professores quando estão de costas...

E agora há regras para a merenda que lhe mando para o meio da manhã: não bebe pacotes de leite nem come determinadas bolachas, porque já não é pita. Se já não é pita, pode perfeitamente beber uma coca-cola a meio da manhã... se eu deixasse, o que não é o caso.

Tudo isto é explicado num misto de revolta, euforia e estardalhaço, a um nível de decibéis acima dos que o meu ouvido suporta.

Apesar de tudo, um bocadinho mais baixo do que a reacção explosiva que a minha proibição de estar no messenger até às tantas e/ou jogar Sims, aos dias de semana, lhe suscita.

E como é que faço se o argumento é "se me proíbes, fecho a porta do quarto à chave e nem dás conta"?

E qual é o método, se fui eu mesma que fiquei tão contente quando, por milagre, ela resolveu, de repente, que já não precisava da cama dos pais para nada e dormia de porta fechada, porque o quarto é dela e ninguém tem nada a ver com o que ela está a fazer?!


Qualquer dia, além da fama, fica com o proveito... fechada à chave, mas é no armário, até lhe passar a filoxera.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Facto

Dói mais baixar a guarda que segurar o muro.

sexta-feira, outubro 12, 2007

quarta-feira, outubro 10, 2007

Dia após dia

E afinal, estes dias que se arrastam pelo tempo, contando as horas e os minutos para a tão esperada meia-hora só comigo, sucedem-se ao ritmo estonteante da rotina, a tal que só pára ao fim-de-semana... para se mascarar de descanso e voltar a ser ela mesma, num instante.
E a tranquilidade tão esperada e desejada, foge-me, sem me dar tempo para a saborear.
E ainda ontem era quarta-feira...

segunda-feira, outubro 08, 2007

A pressa é inimiga

... dos precipitados, como eu.

Tanta pressa tive em comprar online o CD do Eddie Vedder, que agora desespero por lhe pegar: 4 a 8 semanas de entrega e ainda só passaram 3...

E bastava ir à Fnac...

(pensava eu: ao menos recebo uma t-shirt exclusiva... nem isso, que a Fnac também a oferecia... ai...)

Razões II

Se me perguntarem porque é que a noite passa a correr e eu me canso tanto como se estivesse a correr com ela... não sei.

Always look on the bright side of life

Em destaque:
- o rabinho de bebé do Bruno Nogueira

- o riso contagiante, inclusive para ele próprio, do Zé Pedro Gomes

- o sketch do trolha Jorge Mourato, que gosta de se vestir de gaja

- as historinhas do António Feio

- o Miguel Guilherme e a capacidade de se transfigurar em gaja, mafioso, anormal e turista (a "porra" dos ímans no frigorífico e o passeio por entre o público, foram de ir às lágrimas)

Pena que tenha sido no Casino de Lisboa e à saída se vejam algumas cenas tristes.


quinta-feira, outubro 04, 2007

Idade

Quando era miúda, tinha na porta do meu quarto um cartaz com as características da mulher do signo de Leão e nunca mais me esqueci de uma das frases: "Algo tímida perante a velhice ou a morte".
Se a timidez perante a velhice tem sido contrariada pelo meu cabelo que se amotina em madeixas brancas naturais, que nunca hei-de esconder, noto que a percepção do risco começa a ser cada vez maior com o avançar dos anos.
Deve ser por isso que a I. comentava certa manhã: "Ó mãe, ainda me lembro quando era mais pequenina e tu aceleravas bué a conduzir..."
"Porquê? Já não acelero?"
"Não. Agora andas bué devagar."
(Não é bem assim, filhota. Ando muito mais devagar quando vais comigo...)

quarta-feira, outubro 03, 2007

terça-feira, outubro 02, 2007

Blarghhhhhhhhhh

Há uns dias, na RTP 2, dissertava-se sobre alimentos, cheiros ou situações que interferissem na qualidade do esperma.
No programa, quatro ou cinco homens cujo fluido vital não era dos melhores, aceitaram submeter-se a uma série de testes, com o objectivo de conseguirem engravidar as respectivas companheiras.
Numa das experiências, em que participaram 3 casais, a cada um dos homens foi dado determinado tipo de alimentos: o primeiro tinha uma dieta rica em peixe e derivados; o segundo comia à base de frutas e vegetais; ao terceiro, só era permitido comer alimentos muito condimentados, essencialmente com alho.
A fase final da experiência consistia em saber qual... o sabor do esperma.
Ou seja, aquelas alminhas tinham que provar o esperma dos respectivos e pronunciar-se sobre a ... eventual alteração do sabor habitual...
E, pasme-se, não só o fizeram com toda a naturalidade, como duas delas acertaram em cheio no tipo de alimentos que os companheiros tinham ingerido e que, segundo elas, tinha dado um paladar diferente... àquilo.
Moral da história: não sirvo para experiências que contribuam para os avanços da ciência no campo da (in)fertilidade.

Isto faz-me lembrar determinada anedota sobre um assalto a um banco de esperma, em que o ladrão, encapuçado, apenas insistia para que a funcionária bebesse algumas amostras. E rematava: “Vês?? Não custa assim tanto, pois não??!”