terça-feira, junho 30, 2009

Estigma

Por mais que me esforce, por mais que faça, hei-de ficar marcada para sempre.

segunda-feira, junho 29, 2009

Que gracinha

Oa meus pais são amigos no Facebook...

Pelo 2º ano consecutivo

Estou deserta que chegue o dia 25 de Julho.
Na esperança que passe este desconforto.

sexta-feira, junho 26, 2009

Freak

Sou sensível à morte da generalidade das pessoas. Mas não consigo lamentar a morte de aberrações. E, se fosse preta, acho que até estaria contente quando o mundo se livrou de alguém que renegava a sua própria origem.

Sim, era um génio e tal. Para quem gosta.
(bléc)

quarta-feira, junho 24, 2009

9 meses

(matas-me com o teu olhar)

terça-feira, junho 23, 2009

Princípio do fim

Há 16 anos da minha vida que definham diariamente. Primeiro foi a magreza excessiva e atrofia muscular. Depois foi a senilidade e as bostas largadas em qualquer sítio, mesmo nos menos recomendáveis, como sofás e carpetes. Agora é a apatia, o levantar devagarinho da cabeça quando o chamo, a posição de enroladinho sobre os seus próprios ossos, a escolha dos locais de descanso (tapete da I.?!) e a indiferença às horas de jantar.
O Bruce está a ir-se embora.

sexta-feira, junho 19, 2009

Por este andar

A destilar horas a fio, de pé, e a (não) comer o que (não) tenho comido, qualquer dia desapareço.

quinta-feira, junho 18, 2009

Vais comê-las

Nada como a inauguração do livro de reclamações por um cliente que resolveu pôr em causa o meu profissionalismo.
Como foi atendido ao fim de duas horas de espera (lamento se isto é concorrido), resolve reclamar porque o animal estava em sofrimento e não foi logo consultado. Esqueceu-se de mencionar que a sala estava à cunha e o cão caminhava pelo seu próprio pé, contrariando o diagnóstico de envenenamento que o dono já trazia (sim, porque o senhor é formado em Direito e percebe destas cenas).
O animal foi atendido, medicado de acordo com o diagnóstico (afinal tinha uma retenção urinária) e encaminhado para um hospital da zona, para internamento e estabilização do estado clínico. Azar dos azares que o dito hospital está às moscas e atendeu-o em 15 minutos. Logo, o meu profissionalismo é rasca. Nem interessa nada que, na cartinha que acompanhava o animal, já ia a papinha toda feita.
Estás mesmo a pôr-te a jeito...
O que me dá pica responder a estes gajos...

terça-feira, junho 16, 2009

Gozam comigo

O ar airoso deles... lamento se mais de 270 dias consecutivos sem dormir uma noite inteira me dão (ainda mais) cara de cu.

segunda-feira, junho 08, 2009

Conclusões do dia

Em Trancoso as sardinhas são doces.
Linhares da Beira é mais bonito que Marialva.

quinta-feira, junho 04, 2009

Brutal

http://www.musica.iol.pt/noticia.php?id=1068052&div_id=4060

E a I., rendida à surpresa de que aquela que berrava, pulava e quase não tinha mais nada para despir, era a sua mãe, sentou-se e dedicou-se a mandar mensagens às amigas e a jogar no telemóvel, com a cabeça devidamente protegida pelo capuz do casaco, tal era a "barulheira".
("Mãe! Parece que estás possuída!!")

terça-feira, junho 02, 2009

Facebook

Esta cena das redes mete-se comigo...
Vamos lá, então, com a maré.

Dos sustos

Com quase 20 anos de profissão, ainda não estou imune aos sustos.
Como o de hoje: a cadela vai passar a chamar-se Morta-Viva, ou Quem Viu a Luz por 2 Vezes.
(Recomendo um susto destes a quem esteja a fazer dieta: vão-se abaixo 2 ou 3 kg, em menos de meia-hora. Na boa.)

segunda-feira, junho 01, 2009

Obra feita

68 cirurgias em dois meses e uns pozinhos... mais propriamente em 50 dias úteis, retirando as manhãs de segunda, quarta e sexta-feira...
Dose.

Dia da Criança

A I. enfurece-se quando lhe chamam criança.
Mas no Dia da Criança quer tudo quanto tem direito.
Que, neste caso, foram mais umas tantas t-shirts e uns calções tipo cinto.

sexta-feira, maio 29, 2009

O trailer das noites

Numa cama de casal, com a largura que é suposto uma cama de casal ter, dormem duas pessoas e uma aspiração de gente. Na ânsia de pedalar, rebolar, berrar, coçar-se e mamar (tudo menos dormir), a meia-leca vai-se atravessando, a pontos de obrigar os pais a dormirem (?) em nesgas na borda da cama, em riscos de se estatelarem no chão. Se, a juntar a tudo isto, pensarmos no bafo que se forma naquele quarto mal sobem as temperaturas, e no aquecedor para pés formado por 6 quilos e meio de gato, quase não se respira durante a noite. Ou porque não se tem ar, ou porque mal nos mexemos para não acordar o pequeno, nas meias-horas de farturinha de sono que vai dormindo.
Para compor o ramalhete, há umas insónias às 3 ou 4 da manhã, não porque algo nos pese na consciência, mas porque a posição (de lado, com a mama de fora, costas ao léu e rabo prestes a tombar no precipício) não é nada propícia a um sono descansado.
Resultado: a qualquer hora há gente a passear nos corredores da casa e a subir/descer escadas e 6 h e 15 m da manhã é uma hora como outra qualquer para levantar, porque acordada já se está há muito tempo.

quinta-feira, maio 28, 2009

Recorde

Há dois meses e meio que não discuto com a minha mãe. Nem um simulacrozinho.
Às vezes apetece-me beliscá-la para ver se é mesmo real ou se será um holograma.

quarta-feira, maio 27, 2009

Bomba h, atómica ou de neutrões

Na sala de espera deste consultório.
Dão-se alvíssaras.

sexta-feira, maio 22, 2009

À falta de espaço...

Como a cama é um beliche, cola-se um poster dos 30 STM (who else?) no tecto. Assim, há aquela óptima sensação (diz ela) de adormecer e acordar a olhar para o Jared.
(e eu achava que a pancada não podia piorar)

quinta-feira, maio 21, 2009

Acção social

Estou eu desertinha para despedir a lerda da mulher-a-dias e ela a oferecer-se para fazer mais horinhas, porque está a precisar de trabalhar e o marido está de baixa e ainda não lhe pagaram e blá,blá,blá...
E este velho feitio com a mania de ficar incomodada com a situação e bloquear...
E entretanto, ceder aos pedidos de pagamento antecipado e ir entregar-lhe o dinheiro a casa, aos sábados de manhã...
E fingir que não vejo que o pano do pó contorna os bibelôs em vez de os limpar por baixo e que as sanitas estão encardidas...
E achar que a senhora é só limitada e que, quando se lhe pede para tirar as teias de aranha das janelas, ela faz literalmente o que se lhe pede (ou seja, as janelas ficam cheias de trampa na mesma, mas sem teias de aranha).
Basicamente, eu devia ter seguido o curso superior de acção social.

quarta-feira, maio 20, 2009

Haja esperança

Faltam 15 dias para poder dormir uma noite inteira. A pretexto disto, o puto vai ter que passar uma noite fora de casa.
Quem aguentou todo este tempo, aguenta mais 15 dias. Ou não. Começa a ser perigoso não me lembrar se já dei o antibiótico ou a vacina x, ou tentar encaixar seringa com seringa, em vez de seringa com agulha. Vá lá que ainda me lembro onde estão as mudanças e a que é que corresponde cada pedal.

terça-feira, maio 19, 2009

Auto-flagelação

É capaz de ser um sintoma de que os neurónios estão a fundir...

(... e comer chocolates inteiros)

Eu "é mais cães e gatos"

Vamos ter esperança e pensar que, se calhar, o medicamento não faz o devido/desejado efeito logo na primeira dose.
Ou vamos desesperar e achar que o moço precisava de dose de cavalo...

segunda-feira, maio 18, 2009

Mau sinal

O desespero é tanto que já começo a adaptar ao meu filho os remédios que prescrevo aos bichos para a ansiedade e prurido. A ver se ele dorme melhor. Vá lá que ainda não passei à prática...

quinta-feira, maio 14, 2009

O filme das manhãs

  • Saltar da cama quando o despertador toca, ou desejar que o bebé me largue a mama para que eu possa começar a correr (note-se que não disse "acordar", porque geralmente já estou acordada há que tempos, se é que cheguei a dormir)
  • Acordar a I., certificando-me que ela não diz que sim, mas se vira para o outro lado
  • Calcular mentalmente o que tenho que fazer que implique subir e descer escadas, para que isso possa ser reduzido ao mínimo
  • Pôr o comer aos gatos
  • Fazer a merenda do meio da manhã para a I., guardar a sopa do bebé no saco térmico e levá-la para o carro, juntamente com tudo o que possa evitar levar quando descer com ele ao colo (casaco, mala, telemóvel, etc.)
  • Voltar a subir e fazer a vistoria ao sótão, rezando a todos os santinhos para que a senilidade do Bruce não tenha feito das suas (como hoje de manhã, em que havia três montes de bosta na carpete, mais dois no sofá)
  • Se houve acidente no sótão, descer outra vez três lanços para pôr o que quer que seja a lavar na máquina
  • Subir novamente, pegar no bebé, mudar-lhe a fralda e vesti-lo (ou dar-lhe outra vez mama se ele estiver rabujento...)
  • Passar água por mim abaixo (o que antigamente se chamava duche...)
  • Vestir-me enquanto danço, canto ou refilo para entreter o bebé
  • Se houver tempo, descer para engolir qualquer coisa
  • Correr escada acima, lavar os dentes e fingir que penteio o cabelo (que não tem solução possível)
  • Fazer a minha cama, mudando o bebé de posição, de forma a conseguir puxar e esticar os lençóis e pôr o edredon no sítio
  • Pegar nele ao colo, devidamente afastado da minha roupa, para que, caso ele bolse, não tenha que me vestir de lavado
  • Berrar à I. para que se despache e que estou no carro à espera dela
  • Descer dois lanços de escada, meter o bebé na cadeirinha, ligar o motor e abrir o portão da garagem
  • Respirar fundo para não sair do carro e berrar novamente à I.
  • Arrancar quando finalmente ela chega...

Filme de terror... ainda por cima, com uma só protagonista.

(qualquer dia, escrevo aqui outro guião, também de terror: o das noites)

quarta-feira, maio 13, 2009

Urgente

Fazer uma limpeza a fundo nas gavetas da minha secretária. Para que deixe de ser preciso fechá-las à chave.

terça-feira, maio 12, 2009

Mitos

Na publicidade a determinado analgésico, pergunta-se porque é que as mulheres demoram horas a vestir-se, vão sempre em grupos ao WC e nunca encontram a chave do carro.
Pois, não sei. Devo ter várias costelas de Adão.

segunda-feira, maio 11, 2009

De filha para mãe


Entre (mais) um Swatch e o bilhete, optou pela prenda "mais fixe".
"E já agora, mãe, dás 1 jeitinho e falas com a mãe da J., para ela a deixar ir?"
Mãe muito à frente, é o que é. E muito inchada pela vaidade que a filha mostra, sem vergonha de ir ao concerto com a cota.

Trambolho II

Por alguma razão, o Odivelas Parque estava vazio à hora de almoço de sábado.
E quase dava a sensação de que a IC 17 se inclinava perigosamente, à passagem pela saída para a "zona comercial".
(ide, ide, atropelai-vos...)

sexta-feira, maio 08, 2009

I. em vídeo

O vídeo da missão. (Tão linda, a minha filha, tão fiel às suas causas. Babo de orgulho)



E, enquanto isso, alguém bronzeava as bochechinhas.


Pais malucos, é o que é.

quinta-feira, maio 07, 2009

Trambolho

Coisa linda deve ser aquela que é inaugurada hoje, entalada entre bairros de fino recorte arquitectónico, como o de Santo Elói, a Brandoa ou o Casal da Mira. Mais que a "grandeza" e o título de "maior da Europa", assusta-me a riqueza socio-cultural que vai passar a frequentar o Dolce Vita Tejo (Tejo?? Onde??).
Acho que se vai respirar melhor para os lados do Odivelas Parque.
Preconceituosa? Eu??

quarta-feira, maio 06, 2009

Verdade seja dita que comigo a história conta-se nos dois últimos quadradinhos.

terça-feira, maio 05, 2009

Sem bola, não há jogo

Hoje é daqueles dias em que a bola é minha e não me apetece que joguem com ela. Temos pena.

quinta-feira, abril 30, 2009

Eras o filho perfeito...

... se me deixasses dormir...
(nunca pensei que a adoração pelo meu peito, tivesse tal prejuízo)

terça-feira, abril 28, 2009

Defeito e feitio

Confesso que não suporto que me ignorem. E isto não tem nada a ver com o que (não) se passa neste blog, que até agradeço que se mantenha "caseirinho".

O problema são as pessoas a quem dou importância; as que significam algo para mim, ou porque se estabeleceram relações de proximidade e convívio, fruto da vizinhança, ou porque se criaram laços de amizade, ainda que virtual.

Depois de passado todo o ano de 2008 e todos estes meses de 2009, chego à conclusão de que não vale mesmo a pena "dar-me".

É um desperdício de energia e sentimentos da minha parte que raramente tem reciprocidade da outra parte. E isto tanto é válido para os vizinhos que se esqueceram que o meu filho nasceu, e vão tapando o sol com a peneira, dizendo que não querem incomodar e que todos os fins de semana pensam em ir lá a casa, mas surge sempre qualquer coisa... como vale para novos conhecimentos que se sumiram no ar, provavelmente de ouvidos cheios, não das minhas virtudes e qualidades, certamente.

Aos primeiros, voto o meu mais sincero e profundo desprezo, sempre com a esperança de um dia lhes dizer tudo o que penso, e o que decerto merecem, nas trombas (e quanto mais bruta, melhor); aos segundos, gostava apenas de dizer que lamento: quando gosto de alguém, magoa-me a sensação de descartável.

segunda-feira, abril 27, 2009

Tem piada

Alguém que andou a matar espanhóis como se não houvesse amanhã, foi proclamado Santo.
Qualquer dia, a moda pega e canoniza-se o Bush por serviços semelhantes prestados à Humanidade.

sexta-feira, abril 24, 2009

quinta-feira, abril 23, 2009

Atrofio

Conduzir todas as manhãs na Ponte Vasco da Gama, dividida entre uma soneira desgraçada e a necessidade de me manter alerta e de "garras afiadas" para defender os 8 kg de ouro e pedras preciosas que transporto ao lado, é obra.
Chego a dar por mim a responder baixinho às investidas de traseira, com um simples "sim, sim, meu, estás cá com uma sorte...". Sem stress, mas altamente irritada por não saberem ler ou desconhecerem a tradução de "Baby on Board".
E 100 km/h passaram a corresponder à velocidade da luz. Tal é o atrofio da responsabilidade da carga.

quarta-feira, abril 22, 2009

De surpresa em surpresa

Por muito que já esteja habituada a manifestações mais ou menos carinhosas por parte dos donos dos cães e gatos que cá vêm, hoje houve uma velhota que se excedeu:
" - Dra., não nos deixe!"

??!

terça-feira, abril 21, 2009

Clique

E, no meio da conversa, sem vir nada a propósito, pede-me o número de telefone.
Bem que me avisaram que aquelas longas consultas tinham pouco a ver com o estado clínico do cão.

segunda-feira, abril 20, 2009

So what?

"Para o ano, já tens o cabelo todo branco."

Don't Want To Wait Anymore
The Tubes/Foster


We could be the last two on earth
to start a new world
Just you and me girl
Try and you can almost see
how it could be
Just you and me
Lost trapped in the freezing cold
Barely alive
Have to make love to survive
I’ll show you it’s done
We’ll take it as it comes
A rocket to the sun

I don’t want to wait anymore
I just don’t think I have the strength
The strength to carry on
Oh, I don’t want to wait anymore
I waited so long, forgot what I’m waiting for

Stranded on a desert isle
with no one around
for thousands of miles
Imagine anyplace
This is what it takes
But don’t tell me to wait

I don’t want to wait anymore
I just don’t think I have the strength
The strength to carry on
Oh, I don’t want to wait anymore
I waited so long, forgot what I’m waiting for

I don’t want to wait anymore
I just don’t think I have the strength
The strength to carry on
Oh, I don’t want to wait anymore
I waited so long, forgot what I’m waiting for


(...suspiro... com vinte e cinco anos em cima...)

domingo, abril 19, 2009

Coisas boas da vida

O primeiro dentinho do meu filho.

quinta-feira, abril 16, 2009

Difícil...

...lidar com alguém a quem os 83 anos de idade tiraram a liberdade de movimentos, mas mantiveram a lucidez.
Entre a calma e a paciência e a exasperação total.
Sempre com o terror de que palavras mal medidas (mal ditas/malditas) se tornem numa cruz de consciência, quando não houver a quem pedir desculpa.
E a antever uma enorme saudade. E uma cratera de afectos.

segunda-feira, abril 13, 2009

Páscoa


Regresso às origens e pitadinha de pontapé no passado.

quinta-feira, abril 09, 2009

Com 4 palavras apenas...

... se descreve a minha mãe:

De amarga a doce.

(milagre do Vasco)

quinta-feira, abril 02, 2009

Palitos

Para os olhos. Precisam-se.

terça-feira, março 31, 2009

Bruta

Eu sei que fui.
Mas só te quis abrir os olhos.

segunda-feira, março 30, 2009

Mentol

A amiga da I. trouxe de Budapeste uns cigarros de mentol, com muito baixo teor de nicotina. A I. pediu-lhe para experimentar, mas a outra não deixou sem que ela consultasse primeiro os pais.
Ontem lá fez a pergunta sacramental. Que não eram nada parecidos com os cigarros "normais", que eram fraquinhos, que era só um...
Engoli em seco, pus o meu ar mais natural deste mundo e disse-lhe que sim, para experimentar, mas que tivesse a noção de que, por muito fraquinhos que fossem, a obrigavam a inalar fumo e isso era pouco saudável, independentemente do teor de nicotina que tivessem. Muito descontraída, como se ela me estivesse a pedir para ir ao cinema...
A "experiência" foi ontem à noite, em casa da amiga. Só soube como correu hoje de manhã, porque ontem chegou às tantas, quando já tudo dormia lá em casa.
"Olha mãe, sinceramente prefiro pastilhas. Sempre sabem mais a mentol..."
Ufa.

sexta-feira, março 27, 2009

Aleluia

Glória ao Senhor nas alturas e à Santa Mulher-a Dias na minha casa.

quinta-feira, março 26, 2009

Ai


E eu que agora não tenho "tempo"...

terça-feira, março 24, 2009

Se calhar...


... fazias melhor em estar caladinho, não?

(assim sempre evitavas vitimizar ainda mais os pobres de espírito do outro lado da 2ª circular)

segunda-feira, março 23, 2009

Avalanche

Parece que hoje acalmou.
(a este ritmo, qualquer dia atendo os bichos de joelhos)

quinta-feira, março 19, 2009

A missão


Completamente vidrada pelos 30 STM, a I. vive, respira, absorve tudo quanto diga respeito à banda. Anda mais ou menos fardada com roupa oficial, ou pelo menos com acessórios que a identifiquem.


Mal chega a casa, senta-se com o portátil ao colo, ávida de novidades no site oficial e no site português do Echelon. Echelon, esse termo tão estranho, mas que, de tão corriqueiro na boca dela, já conheço de cor.


Pelo Echelon, levei-a a Belém no passado sábado, para que ela se encontrasse com outras seguidoras da banda. Não as conhecia, apenas falara com elas via messenger. Estavam incumbidas de uma missão: espalhar os glyphics pela cidade. Os glyphics são os símbolos que identificam os seguidores do culto.


À conta da missão delas, passei a tarde a vender água sem caneco (valeu o solinho nas bochechas do Vasco).


E tive que morder a língua para não ser quadrada e impedi-la de ir ter com quatro miúdas (bem mais velhas, por sinal), que podiam bem ser quatro homens adultos e pedófilos...

terça-feira, março 17, 2009

Saudadinhas


do teu cheiro, da tua pele, dos teus gritinhos, dos teus abracinhos e festinhas ...

À procura

Deve haver nalgum cantinho, debaixo da secretária, atrás do armário, alguma coisa de positivo neste dia...

Still looking...

terça-feira, março 10, 2009

Idéias feitas

Quem disse que o corte do cordão umbilical era indolor?

segunda-feira, março 09, 2009

Nham, nham

A avaliar pela reacção à sopinha de veludo da bimby, a marca ganhou mais um fã.

sexta-feira, março 06, 2009

Espectáculo


Quando eu era da idade da I., tinha que levar com a minha mãe, que se recusava a sair comigo "naqueles preparos". Aqueles preparos eram as calças de gangas escritas de cima a baixo com os nomes das bandas que eu ouvia na altura.
Agora que sou mãe, tenho uma filha que, além de ter oferecido os bilhetes aos pais, está cheia de pica para assistir ao concerto dos "cromos" juntamente com os cotas.

Espectáculo de filha.


Incondicional

Há daquelas amizades que sobrevivem à distância, ao tempo, aos equívocos.
Daquelas que se alimentam das IC 17 e dos pedidos de transferência intermunicipal.
Daquelas que se fortalecem com o passar dos anos, nem que tenham passado já 15.
Daquelas que ultrapassam os equívocos com frontalidade e não deixam que mágoas individuais interfiram na relação comum.
Daquelas que transformam a felicidade individual em alegria comum.
Por muito improváveis que fossem no início, são autênticos pilares de betão.
Tenho poucas dessas, mas (muito) boas.

terça-feira, março 03, 2009

Sapos

Por ti, até engulo manadas de elefantes.

sábado, fevereiro 21, 2009

Quando nasce é para todos

Mas hoje o sol foi direitinho e em exclusivo para as bochechas do meu filho.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Vida de província II

A I. assume-se como alcochetana por oposição a montijense. Daí o uso de termos como "fêio" e "espêlho", geralmente num tom vários decibéis acima do que me é suportável (no Montijo fala-se com o mesmo sotaque, talvez mais baixo). Mas nem tudo é mau: pelo menos vai criticando as amigas que dizem "vaiam", "hadem" e "lember"...

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Vida de província

Não há fila para o Cartão de Cidadão.

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Das tripas coração

Convenço-me de que não vale a pena contar as semanas e deixar que se me enrole o estômago. Tenho um dia-a-dia fantástico para saborear. Pelo menos, durante este mês.

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Monstro das bolachas

e do chocolate
e dos rebuçados
e das sobras dos pratos
e do resto da papa Nutribem
e de tudo o que seja mastigável.
Eis-me. A caminho de vencer o concurso "Quantas calorias consegues engolir em 24 h?".

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Parece que foi ontem

E já lá vão 14 anos. Cúmplice, amiga do peito, a filha que toda a gente desejaria ter. Parabéns meu amor.

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Curiosidades de 7 kg de gente

Os gritinhos, pulinhos e bracinhos a dar-a-dar quando ouve "Leave Out All the Rest" e "Chasing Cars"...
Curioso, ou talvez não.

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Yes, he can


Só por Guantanamo, já valeu a pena.

quarta-feira, dezembro 31, 2008

De bandeja

Para 2009, quero um bocadinho mais de 2008, s.f.f.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Pátio da Memória

Nunca um restaurante teve um nome tão apropriado.

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Este Natal

Tenho o meu Menino Jesus privativo.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Devo ser eu

Alguém me explica porque é que qualquer bebé que saia à rua na alcofa do carro, vai "devidamente" camuflado por uma fralda??
Até a minha vizinha, que teve uma menina uma semana antes de nascer o Vasco, já sai de casa com a criança tapada dentro do carro.
Medo de quê? Dos micróbios? Dos olhares indiscretos? Do carjacking??

Mas como toda a gente o faz, seja dentro dos centros comerciais, seja no exterior, e eu sou contra a corrente, o problema deve ser meu...

É feitio: não gosto de flores de estufa e aflige-me que a criança esteja desconfortável e só se detecte quando berrar para lhe abrirem a "cortina".

domingo, dezembro 14, 2008

sexta-feira, dezembro 05, 2008

13 anos a criar uma "excêntrica"

A I. não é gótica. Ou talvez seja. Ou será emo (ema?)? A única certeza que tenho é que ela sabe bem o que quer e o que gosta e que se lixem as opiniões dos outros (pergunto-me a quem ela sairá e confesso que incho de orgulho por ela resistir a influências que não lhe interessam). Cores obrigatórias: preto de base com algum vermelho, branco ou roxo. Paixão louca: Jared Leto e tudo o que ele cante ou represente (parece o fantasma cá de casa: posters, cds, filmes... Marcha tudo). Ódio de estimação: Tokio Hotel e o palhaço do vocalista. Hobby diário: encomendar tudo o que seja merchandising dos 30 Seconds (acho que só lhe falta 1 pijama). Só me lixa a cena do roxo e preto: deixaram de ser vestidas todas as outras peças de roupa, por muito recentes que sejam. Já lhe perguntei se quer que lhe dê 1 carga de pancada para ficar roxa e preta por inteiro...

terça-feira, novembro 25, 2008

Cheers

Um brinde à indiferença.

Pode demorar algum tempo, porque é contrário à minha maneira de ser, mas acabo por aprender. E um post que era para se chamar "Crónica de um fim anunciado" (o Gabo que me desculpe), ficou-se por aqui. Honestamente, tenho muito mais e melhor que fazer.

sexta-feira, outubro 31, 2008

Despejar o saco sobre o "despejar" da barriga

Deve haver poucas pessoas a quem estar grávida faz falta. A mim faz-me falta estar grávida. Tenho saudades das conversas a dois que tinha com o meu filho quando mais ninguém podia ouvir. Se me atrevo a confessar que me custa já não ter barriga e, pior ainda, se acompanho essa afirmação com lágrimas nos olhos, saltam todos em redor, incrédulos, como se isso significasse que não estou feliz por ter o meu filho comigo. Não tem nada a ver. Porque ambas as sensações não têm nada a ver.
Passei mais de dez anos a suspirar por uma gravidez. À surpresa e felicidade de o ter conseguido este ano, seguiu-se o estado de graça literal em que vivi os nove meses. Mesmo com a racionalidade dos 40 anos, mesmo com alguns (felizmente poucos) sobressaltos, não trocava a minha condição por nenhuma outra.
O dia 24 de Setembro foi um dos dois dias mais felizes da minha vida. De então para cá, dou por mim a absorver cada centímetro de pele daquele ser perfeito que me preenche os dias e a vida. Mas nenhuma sensação consegue igualar (e note-se que não digo ultrapassar) a intimidade do toque dele na minha barriga.

quarta-feira, setembro 24, 2008

terça-feira, setembro 23, 2008

Seja

Quem te manda a ti levar o sonho à perfeição?
Quem te manda lutar contra tudo e contra todos a pontos de estares esgotada e só pensares que era bom que isto acabasse?
Quem te manda ter a ousadia de pensar que este momento é só teu?

É assim que querem, é assim que será.

quarta-feira, setembro 17, 2008

Pelos olhos dentro

40 começa a ser o número mais badalado da season
Silly é a forma como mo tentam enfiar pelos olhos dentro.

(e todo este texto é um eufemismo, a começar pelo "enfiar" e a acabar nos "olhos")

Rais' parta o calendário.

quarta-feira, setembro 10, 2008

Opostos, ou talvez não

À minha volta, há a equipa de pressão e a de anti-pressão. Cada uma puxa para o seu lado, tentando não rebentar a corda que me sustém no meio de tanto esforço.

Logo por azar, somos do contra e saltamos à corda, não é meu amor?

segunda-feira, setembro 08, 2008

Paradoxos

Tanta coisa para dizer e, no entanto, por estes lados, continua a parecer-me um campo minado. E tenho medo que qualquer rabanada de um qualquer ventinho luso armado em furacão tropical, destrua o meu castelo de cartas. 

Setembro sempre foi um mês complicado para mim. Sinto na pele a diminuição do número de horas de luz e a chegada do Outono. No entanto, há um não-sei-quê de encanto neste Setembro de 2008, que me faz gozar ao minuto cada hora deste mês.

Quase dois anos à espera de alcançar determinados objectivos, e eis que, logo agora, me encostam à parede e esperam que dê o veredicto final.  E, no entanto, a relatividade das coisas abafa toda a urgência que têm (e tive) nessa decisão.

Costuma dizer-se que as situações são irrepetíveis; é verdade. Mas há pormenores em cada uma destas duas que agora comparo, que me fazem desejar experienciar a terceira, tal é o estado de graça em que me encontro.

quarta-feira, julho 30, 2008

Limpeza

E uma rabanada de vento varreu a minha secretária.

As mais ouvidas

Tempo

Pequenina

Cansada

Primeiro

Fim

Breve

sexta-feira, julho 25, 2008

terça-feira, julho 22, 2008

To do list

  1. ...
  2. ...
  3. ...
  4. Fazer a tatuagem
    Esta:

segunda-feira, julho 21, 2008

Basicamente, mudam as moscas

"O senador do Illinois considera que os grupos terroristas estão “num santuário” no Afeganistão, onde o tráfico de droga lhes permite “reunir avultadas somas de dinheiro”.
“Um dos maiores erros estratégicos que cometemos após o 11 de Setembro foi falhar o nosso trabalho aqui [Afeganistão], em concentrar a nossa atenção aqui”, frisou o candidato, lamentando que os Estados Unidos tenham estado “distraídos” com o Iraque.
Afirmando que ainda é tempo de “corrigir alguns desses erros”, Obama sublinhou que começa a existir um consenso sobre o facto de que é tempo dos Estados Unidos de “retirar as suas tropas do Iraque e mobilizá-las para o Afeganistão”.

Ou melhor, abriu-se a janela, mas o fedor não despega.

daqui

sexta-feira, julho 18, 2008

Pela primeira vez

Estou ansiosa pelo dia 25 de Julho.

Impulsão

E se, de repente, um "desconhecido" vos oferecer um valente pontapé, isso é, de certeza, uma paixão para toda a vida.
(venha o próximo)

quinta-feira, julho 17, 2008

Quase

No extreme makeover que tem sido este ano de vida, estou quase, quase a fazer o big reveal...

terça-feira, julho 15, 2008

Milagre

A I. vai deixando escapar que gostava de ter um i-pod novo, daqueles que também dão para ver vídeos. Que o dela tem pouca memória, que já é "antigo", que os outros é que são giros (são iguais, mas tá bem... a única diferença é que são quadrados em vez de rectangulares). Como está ciente das prioridades e um i-pod novo não é, de todo, uma prioridade, vai suspirando por ele enquanto me empurra para a frente das montras e mo enfia pelos olhos dentro, a ver se me comovo...
Já a convenci de que antes do Natal não vai poder ser (e com muita esperança na generosidade dos avós).
Anteontem, o "velho" i-pod foi lavado a 40º C na máquina de lavar roupa... porque a minha cabeça anda naquela fase de elevação (não moral, mas aluada), que até se esquece de verificar bolsos das calças, onde costuma haver de tudo um pouco, mas geralmente não mais que moedas e notas...
Quando saiu da máquina estava morto. Bem lavadinho, mas morto, com o display encharcadinho...
Lá pensei que parte do que estava destinado para outros fins teria que ser desviado para o novo i-pod. Mas calei-me bem caladinha, a ver se não passava tudo de um pesadelo, até porque as festas do Samouco a iriam manter entretida entre carrinhos de choque, churros de chocolate e pulseiras dos 30 STM feitas pelos sul-americanos por mais 50 cêntimos que o preço tabelado.
E ao terceiro dia ressuscitou...
Ufa, SAFEI-ME.

segunda-feira, julho 14, 2008

Bens essenciais

Sol
Amor
Mulher-a-dias

terça-feira, julho 08, 2008

Da imodéstia

"Está tão bonita."

Eu sei. Sinto-me bonita.

segunda-feira, julho 07, 2008

Vernáculo

"Tenho uma cadelinha nascida em 1985, já com treze anos, onde está completamente cega, e á uns dias para cá apareceu-lhe novamente o cio, coisa que já não acontecia alguns anos a esta parte, e qual o meu espanto ontem á noite verifiquei que têm uma bola de carne muito saliente a sair da vagina, estou com receio que seja algum temor."

Com um dono assim, eu também vivia atemorizada...

sexta-feira, julho 04, 2008

A caminho do Decathlon

Para prolongar o alívio da hora de almoço, preciso de uma coisa destas para o fim de semana.

quinta-feira, julho 03, 2008

Vento nas trombas

Sabem aquela sensação que se tem nas viagens de carro, quando não somos nós a conduzir? Aquele enfado misto de náusea, má disposição que nem dá vómitos nem passa, aquela subida de calores com suores que não desgrudam?
E o alívio que dá abrir a janela e levar com o vento nas trombas?
É assim que me sinto. Finalmente.

O (velho e amigo) prenúncio da desgraça

- Mãe, não achas que estás a exagerar e isso são coisas que podes deixar para depois? Não vale a pena fazeres tudo de enfiada...
- Não, porque prometi a mim mesma deixar tudo pronto antes de morrer.
(suspiro)

terça-feira, julho 01, 2008