terça-feira, maio 31, 2011
Sempre bom lembrar
Quando a história evolui para a fase seguinte, que inclui a pernoita em "estabelecimento" pouco recomendável, por posse de coisas que não fazem falta mas viciam, lá vêm estes.
quinta-feira, maio 26, 2011
quarta-feira, maio 25, 2011
As devidas proporções
Se o grau de amor que alguém nos dedica puder ser avaliado pelo tamanho dos bouquets que nos oferece, então sou uma privilegiada.
Ontem recebi uma oliveira.
Ontem recebi uma oliveira.
segunda-feira, maio 23, 2011
sábado, maio 21, 2011
Car(a)idade
Ofereço-me para ajudar, por intermédio de alguém que limpe e arrume o caos e o lixo de determinada casa, cheia de gatos, respectivas pulgas e dona a alucinar. Sem que esta saiba, porque o orgulho me impede, para já, de lhe aturar certas madurezas. Mas a idade, a doença e a amizade (genuína; estranha, mas genuína), impedem-me de lhe voltar as costas.
Combino com a mulher-a-dias que lhe enviarei o pagamento por transferência bancária, precisando apenas de saber quantas horas e a quantos euros por hora ela trabalha.
Vem a conta por sms. Em vez dos € 48 combinados, debita-me € 96... justificação simples: o marido foi ajudá-la e a casa estava uma lixeira (o que sabia de antemão).
A minha justificação: tenho cara e feitio de otária.
quarta-feira, maio 18, 2011
Pormenores
Vindos de todos os lados, que me fazem perder a paciência.
E a crescer uma vontade imensa de mudar de ares/vida, porque não nasci para isto. Por muito que me dê gozo ter esta profissão, há dias em que parece que qualquer gotinha fará transbordar o copo.
E a autoridade não me assenta bem.
Deve ser por isso que não me fará qualquer impressão ir lavar o chão das clínicas veterinárias de Toronto. Venham elas. Mas depressa.
terça-feira, maio 17, 2011
sexta-feira, maio 13, 2011
Discretos q.b.
Pelo menos o puto não fez sequer menção de lhes deitar as mãos e tirar-mos da cara.
A próxima etapa é tentar andar sem parecer uma ceguinha sem bengala.
quarta-feira, maio 11, 2011
Espelho
A moda das resportagens pela TV regional, só serve para ter a noção de como estou velha.
Mais vale deixar de ter projectos pioneiros e desviar as luzes da ribalta para outro protagonista...
Mais vale deixar de ter projectos pioneiros e desviar as luzes da ribalta para outro protagonista...
terça-feira, maio 10, 2011
segunda-feira, maio 09, 2011
Abanão
Não sei se pelo dia de ontem, por todos os dias ou pelas noites sempre más, isto mais parece um tsunami, um tremor de terra de não sei quantos na escala de Richter ou sei lá o quê.
domingo, maio 08, 2011
Olá, vó
As circunstâncias do dia reuniram-se numa sucessão estranha de coincidências e acabo no cemitério fazendo a primeira visita depois da morte da minha avó, mais de seis meses passados. Por não ter sido planeada, invento mil e uma conversas que distraiam o meu filho do local onde estamos, evitando perguntas e respostas sérias.
Não sabia o nº de campa, mas lembrava-me do local. Fui lá ter directamente, como se fosse assídua.
Quando nos aproximamos, e a realidade da ausência me bate em cheio na cara, disfarço a emoção com um elogio às flores. O meu filho repete "tão dindas!...", olhando-a fixamente, como se aquela fosse a única. Não importou nada que estivéssemos rodeados de campas tão ou mais floridas.
sábado, maio 07, 2011
Fim de tarde do avesso
Os caracóis desenxaibidos, o chá "Frutea" com sabor a xarope para a tosse, a tourada a passar na TV, exibindo "gloriosamente" as estocadas de morte.
Para riscar aquele poiso da lista dos agradáveis.
sexta-feira, maio 06, 2011
Curiosidade
Saber até que ponto posso causar desilusão. E até onde me podem decepcionar. O que é estranho, tendo em conta que já se tinham atingido todos esses limites há bastante tempo.
terça-feira, maio 03, 2011
Onde terá ele aprendido isto?
Perante a postura incorrecta da irmã em pleno restaurante, de cabeça pousada na mesa e braços esparramados para a frente, diz o puto:
"Ó mana, atóda! Atóda pá bida!" (acorda prá vida!)
!!!!!
sexta-feira, abril 29, 2011
De volta à rotina
Depois de mais uns pensos-rápidos nas mazelas.
A ver se desta vez se aguentam mais tempo.
Porque o braço de ferro pode obrigar-me a baixar a guarda e deixar que profissionais resolvam o problema. E teimosa como sou, não me apetece dar o flanco. E sujeitar-me às regras e vontades dos outros, nem que sejam para "meu bem".
Venha de lá a agenda sobrecarregada, o stress dos dias só com 24 horas, os 15 kg de amor que me absorve e esgota. Por enquanto, aguento.
Até ver.
terça-feira, abril 19, 2011
segunda-feira, abril 18, 2011
Insustentáveis calafrios
Quando uma colega me pergunta, calmamente, se "aquilo se fuma". Quando lhe respondo que se fuma ou snifa. Quando ela aceita o que o namorado lhe confessou, mas diz que aprendeu a notar as mudanças de comportamento. Quando revivo os calafrios.
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