sexta-feira, dezembro 16, 2011

Out

of reach

quinta-feira, dezembro 15, 2011

Sem barba rija

Gosto especialmente de homens de camisa aos quadrados, calças de ganga ruças e descaídas no traseiro, caparro suficiente para me levarem ao colo ou fazer as mudanças sem recorrer a empresas e barba. De três dias, sim. Daquela que arranha.
Hoje vi uma amostra disso, com um metro mal medido de altura, a fazer de lenhador na festa de Natal da escola. Camisa aos quadrados, calças de ganga e um palmo de cara. Sem barba, claro (aos 3 anos seria aberrante).
O homem da minha vida.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Engolir hipopótamos

De vários tamanhos e feitios.
Não há fio de sutura, desmarcam-se todas as cirurgias, com prejuízo para os bichos e para mim: vai ser tipo boomerang que me acertará em cheio algures em 2012. Desisto de improvisar; quando pagarem aos fornecedores, que venham os fios. Azar. Já bastaram meses e meses a encharcar luvas descartáveis com álcool para descansar a minha consciência e enganar as bactérias, à falta de luvas esterilizadas.
Hipopótamos com cara de sapo armado em príncipe, são os que se revelam quase dois meses depois da última vez que vi e falei com a minha mãe; contar de 1000 para trás, engolir em seco para o bicho passar na goela e avisá-la da festa de Natal do neto. Respirar fundo para não berrar que estou bem da mão, nem que a pergunta só tenha sido feita porque lhe telefonei e a própósito de passar a vida no FB, já que não tem mais nada para fazer.
Da-se

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Inesquecível e indescritível

A sensação de fechar a mala do carro e deixar a mão lá dentro.

Assim ainda me habituo

Hoje foi das 22 h às 7 da manhã.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

3 anos e picos

Pela primeira vez, em três anos e picos de vida, o meu filho dormiu das 21.30 H às 6.40 H. Sem me chamar uma única vez.
Agora tenho eu que me habituar a não ver as horas de 15 em 15 minutos, na expectativa de que ele me chame...

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Bloody shit

Até gosto de uma boa cena de sangue no cinema. 
Mas de preferência contextualizada num grande enredo.
O que o "Amanhecer"/"Breaking Dawn" não tem. Por muito que a I. me tente convencer do contrário.

terça-feira, dezembro 06, 2011

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Tinyman

Pequenino, mesmo. Sobretudo de carácter.

sábado, dezembro 03, 2011

sexta-feira, dezembro 02, 2011

Let it go

And in the burst of light that blinded every angel
as if the sky had blown the heavens into stars
you felt the gravity of temper grace falling into empty space
no one there to catch you in their arms

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Esta montanha abusa

Pumba: a montanha/feriado pariu um rato outra vez.
E amanhã é sexta-feira, a ansiar pelo fim-de-semana. 
And over, and over again.

quarta-feira, novembro 30, 2011

Back to the 80's

E a fazer jus ao interesse súbito por Guns'n Roses, Whitesnake, Alice Cooper, Motley Crue e afins, a I. vai fazer directa no Metropolis numa noite "Back to the 80's".
Já a avisei sobre a eventualidade de levar com  Duran Duran, Spandau Ballet, Roxy Music, Prince, The Cure e Boy George, porque os anos oitenta também tinham dessas coisas...

terça-feira, novembro 29, 2011

1460 dias

E hoje comemora-se mais uma efemeridezinha privada.

Cedo o meu lugar

"(...) o que eu era

desapareceu…

e quando falo parece…

parece que não sou mais eu (...)"

segunda-feira, novembro 28, 2011

This could be the end of everything


So why don't we go
Somewhere only we know?

sexta-feira, novembro 25, 2011

!!!!!!!!!!!

Da boca do chefe: "Tu nunca me compreendeste!!"

domingo, novembro 20, 2011

Errar é (des)humano

Passamos pela vida a experimentá-la, em tentativa e erro até a levarmos para a frente. Não contamos com as partidas que ela nos prega e que condicionam o nosso futuro e até o nosso carácter. Ninguém me avisou, mal nasci, que me escolheriam uma avó em vez de uma mãe (procuro hoje as duas, por razões diferentes). Continuei no colégio a apagar o caos familiar com a borracha da aluna exemplar. Mal entrei na adolescência, encontrei o homem da minha vida: o que me ia salvar daquela vida. Esqueci-me foi do pormenor de que a adolescência merece ser vivida, sem ser na escolha permanente entre livros de estudo e namorado. Optei pela família modelo, em vez da vida de investigadora. Consegui o emprego que todos queriam, pela suposta segurança que que esse emprego me traria. O destino, seja lá o que isso for, mostrou-me que existem várias formas de amor: escusava de me ter calhado na rifa aquela forma, a de bóia. A mesma que se manteve à tona, num esforço imenso para não se afundar, arrastando toda a minha sanidade mental. E quando se impôs outra escolha, dei asas a quem quisesse voar, provando que também se abandona por Amor. Pela primeira vez, olhei por mim e fiz por mim: ofereci-me novamente a concretização do que melhor sei fazer. E que resultou na perfeição feita ser humano.
Quarenta e tal anos depois, tirando os momentos de realização que os meus prolongamentos me proporcionam, sinto-me rodeada por um turbilhão de tarefas que não sei, não gosto, ou não quero fazer, em ambientes que não são os meus e de que me apetece fugir. E paro por vezes a questionar-me se a vida é só isto. Onde estão as expectativas e as realizações? Onde ficaram os sonhos? Resta-me agradecer o privilégio de ver os meus filhos crescer? Devo estar acomodada a prescindir de mim por eles? Não há mais nada para lá disto?
É isto egoísmo ou desespero? Ou erro puro e simples?
Nestas alturas, sinto falta de uma qualquer religião a que me pudesse agarrar, nem que só pela arte contemplativa da existência.


Quase que me arrependo de construir frases com estes sentimentos, que haverá quem tenha razões de queixa infinitamente maiores; mas as nossas razões são as que fazem doer...

domingo, novembro 13, 2011

sexta-feira, novembro 11, 2011

Thanks Eddie


‎"That guy you used to be, he’s still in the car. He’ll always be in the car. Just don’t let him drive." -- Eddie