Dou por mim a pensar no que teria sido a minha vida se o meu pai não tivesse recortado de um jornal, determinado anúncio de emprego, há 17 anos.
E se, por estar grávida, não tivesse comparecido à entrevista com tamanha descontracção, convencida que, no meu estado, ninguém me contrataria, mesmo que a gravidez só fosse evidente para mim.
Como fui admitida, fruto da conversa de café que mantive com o júri, amaldiçoo esse dia por não ter levado os nervos comigo.
Sem comentários:
Enviar um comentário